Cadê o trema?



Ah nem! Eu acho tão bonitinho o u coberto com o trema!

Tiraram ele de vez da nossa pontuação. Isso foi decidido num acordo ortográfico feito entre os países de língua portuguesa - Angola, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Brasil.

E você tem idéia que a palavra idéia não será mais escrita assim? O corretor automático do meu computador não me deixa escrever idéia da nova maneira: sem o acento agudo no e.

Gente! A minha memória fotográfica vai demorar algum tempo para processar essas mudanças.

As conseqüências serão muitas. Primeiro por que consequência agora escreve assim e ficará destacado de vermelhinho na tela até colocarem na memória dos computadores ou quando eu clicar com o botão direito do mouse e ignorar tudo. Não dou conta de ver minha tela cheia de palavrinhas sublinhadas de vermelho parece que está tudo errado.

A Amazônia/Amazónia, por exemplo, poderá ser escrita assim, dessas duas formas.

“As sílabas para receberem acento têm que ser tônicas, ou tónicas”. Essa regra surgiu das várias pronúncias da língua.

Todo mundo falando com um sotaque só. Que lindo!

A nova ortografia começa a valer em 2009, mas já está dando o que falar! Gente! E o povo que já passou por outra mudança do vocabulário? Tem gente que ainda escreve pharmácia... e aquêle...

Vixi não sei se tem não, mas e se ainda tiver? Com certeza teve gente que não passou por outra escola depois de tantas mudanças na língua portuguesa.

E eu já me sinto parte da história. Estou presente nessa nova mudança. Vassuncê pode não saber, mas a língua portuguesa há séculos vem sofrendo mudanças. Sou a favor, desde que a população queira essas mudanças. Como é o caso do "vossa mercê" depois "vosmecê" e depois "vassuncê" até chegar ao "você", que hoje já estão no cê.

Vamos estudar minha gente porque daqui uns dias as crianças vão nos chamar de tios ranossauros por escrevermos ainda com a grafia antiga.

Que vai confundir, ah isso vai!

Pra quem quer saber mais:

"As alterações dizem respeito ao uso de sinais diacríticos (trema, acentos agudo e circunflexo) e hífen", explica José Carlos de Azeredo, doutor em letras pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).

Seguem as explicações de José Carlos:

Alfabeto

O alfabeto da língua portuguesa passa a ter 26 letras, com a inclusão oficial do k, w e y.

Acentuação

As paroxítonas com ditongos abertos tônicos éi e ói, como "idéia" e "paranóico" perdem o acento agudo. Palavras como crêem, dêem, lêem e vêem também perderão o acento, assim como as paroxítonas com acento circunflexo no penúltimo o do hiato oo(s) (vôo, enjôo).

Palavras homógrafas (com a mesma grafia, mas com pronúncia diferente) como pára, pêlo, pélo e pólo também não serão mais acentuadas. Paroxítonas cujas vogais tônicas i e u são precedidas de ditongo decrescente, como "feiúra" e "baiúca", também não levarão acento.

Trema

O trema será totalmente eliminado das palavras portuguesas ou aportuguesadas, como "cinqüenta" e "tranqüilo". A única exceção fica por conta de nomes próprios estrangeiros, como "Müeller", por exemplo.

Hífen

As novas regras para o hífen são as que têm causado mais dúvidas. "Alguma dificuldade por advir de umas tantas mudanças no uso de hífen. Mas, se considerarmos que este sempre foi um domínio de zonas obscuras, os usuários podem até vir a sentir-se aliviados com a possibilidade de alguma simplificação", diz Azeredo.

O hífen não será mais empregado em prefixos terminados em vogal seguidos de r ou s. Neste caso, dobra-se o r ou o s. Exemplos: antirreligioso, antissocial e minissaia.

O hífen será utilizado com os prefixos hiper, inter, super seguidos de palavras iniciadas por r, como "hiper-resistente". O sinal também será utilizado em prefixos terminados em vogal como ante, contra e semi seguidos de vogal igual ou h no segundo termo. Exemplos: micro-ondas, anti-higiênico e pré-histórico.

Fontes: http://www1.folha.uol.com.br/folha/publifolha/ult10037u442349.shtml

http://www1.folha.uol.com.br/folha/educacao/ult305u441414.shtml


Faxineira: Marinha do Brasil!!!!Avante!

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Estourei os pontos no final de semana



Gente estourei meus pontos no final de semana!

Fazer dieta é pra quem tem disciplina. Fiz um caderninho preto onde colo todos os dias o que eu comi com a quantidade de pontos de cada alimento. Diante disso tenho um controle de quantos pontos fiz por dia e depois por semana. Minha meta são 400 pontos por dia dando o máximo de 2.800 pontos por semana. Não é difícil. É uma dieta simples e fácil de seguir porque você pode comer de tudo.

Mas essa história de pontos já virou piada. No final de semana estoura tudo.

Tudo lindo na segunda, terça, quarta e quinta. Já na sexta-feira você inventa de tomar um caldo na feira do Parque Cesamar. Para quê? Para não resistir e comer a pururuca que serve junto com o tal do caldo verde, que é bom demais.

Lá se vão não sei quantos pontos da dieta...

No sábado até às seis da tarde tudo tranqüilo quanto aos pontos. Mas inventa-se um passeiozinho de leve. Lá se vão mais pontos com a cerveja, com o suco e com a vodka.

Não satisfeitas as pessoas decidem estender a noite. Lá se vão mais pontos com a Gin Tônica, com a vodka (ela sempre persegue) e o suco.

Não bastasse, a fome bate e o cachorro quente reina como se fosse a melhor comida do mundo. Não sei se existem lanchonetes que servem saladas e comidas light no meio da madrugada. Pelo menos em Palmas eu sei que não tem.

Ai ai. No domingo às sete da manhã a fome já é de doer (reação da bebida) – Na padaria é difícil não resistir ao suco de laranja e ao pão com queijo quente. Hummm. Êita. Quando você acha que já estourou tudo que tinha de pontinhos lá se vem a notícia de um churrasco logo mais. Tá vendo! Assim não tem dieta que dê conta. Daí a gente fica se controlando diante de uma churrasqueira, cerveja e refrigerante.

Resultado: segunda-feira só tem folha no prato!

Lá se vem a história de pontos novamente. Você faz de conta que nada de mais aconteceu e retorna para o início da dieta. Linda e gorda.


Faxineira: Marinha do Brasil

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Prazer pela metade


Assim como já fizeram a Rafaela do blog Puro ou com gelo e o Ferreira do Blog Ainda sem Nome, segue abaixo um texto que não é meu, mas que li e achei legal por isso compartilho neste espaço.

Prazer pela metade
Leila Ferreira
*Jornalista,apresentadora de TV, escritora. Mineira de Araxá, ex- Globo, atual TV Minas.


Não há nada que me deixe mais frustrada do que pedir sorvete de sobremesa, contar os minutos até ele chegar e aí ver o garçom colocar na minha frente uma bolinha minúscula do meu sorvete preferido - uma só. Quanto mais sofisticado o restaurante, menor a porção da sobremesa.

Aí a vontade que dá é de passar numa loja de conveniência, comprar um litro de sorvete bem cremoso e saborear em casa com direito a repetir quantas vezes a gente quiser, sem pensar em calorias, boas maneiras ou moderação. O sorvete é só um exemplo do que tem sido nosso cotidiano. A vida anda cheia de meias porções, de prazeres meia-boca, de aventuras pela metade. A gente sai pra jantar, mas come pouco. Vai à festa de casamento, mas resiste aos bombons.

Conquista a chamada liberdade sexual, mas tem que fingir que é difícil (a imensa maioria das mulheres continua com pavor de ser rotulada de 'fácil'). Adora tomar um banho demorado, mas se contém pra não desperdiçar os recursos do planeta. Quer beijar aquele cara 20 anos mais novo, mas tem medo de fazer papel ridículo. Tem vontade de ficar em casa vendo um DVD, esparramada no sofá, mas se obriga a ir malhar.

E por aí vai. Tantos deveres, tanta preocupação em 'acertar', tanto empenho em passar na vida sem pegar recuperação.... Aí a vida vai ficando sem tempero, politicamente correta e existencialmente sem-graça, enquanto a gente vai ficando melancolicamente sem tesão. Às vezes, dá vontade de fazer tudo 'errado' - deixar de lado a régua, o compasso, a bússola, a balança e os 10 mandamentos. Ser ridícula, inadequada, incoerente e não estar nem aí pro que dizem e o que pensam a nosso respeito. Recusar prazeres incompletos e meias porções.

Até Santo Agostinho, que foi santo, uma vez se rebelou e disse uma frase mais ou menos assim: 'Deus, dai-me continência e castidade, mas não agora'. Nós, que não aspiramos à santidade e estamos aqui de passagem, podemos (devemos?) desejar várias bolas de sorvete, bombons de muitos sabores, vários beijos bem dados, a água batendo sem pressa no corpo, o coração saciado.
Um dia, a gente cria juízo. Um dia. Não tem que ser agora. Por isso, garçom, por favor, me traga: cinco bolas de sorvete de coco, um sofá pra eu ver 10 episódios do 'Law and Order', uma caixa de trufas bem macias e o Clive Owen embrulhado pra presente - não necessariamente nessa ordem.

Depois a gente vê como é que faz pra consertar o estrago.



Postado pela faxineira ponto G

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Canção dos homens


Esse vai, principalmente, para os homens que são leitores desse espaço...


Hoje lendo alguns jornais, blogs, leituras por ai, bati os olhos nesse texto da Lya Luft... Gosto muito do trabalho dessa escritora e , esse texto traz uma reflexão sobre o quanto nós, mulheres, que, as vezes, já fomos (e ainda somos) tão injustiçadas pela nossa cultura, também algumas vezes somos injustas com os homens.


Segue abaixo alguns trechos do texto. É sempre bom para para pensar, ver/ouvir o outro lado, ainda mais quando quem expressa o que ele sente é uma escritora como Lya Luft.




CANÇÃO DOS HOMENS




Que quando chego do trabalho ela largue por um instante o que estiver
fazendo – filho, panela ou computador – e venha me dar um beijo como os de
antigamente.Que quando nos sentarmos à mesa para jantar ela não desfie a
ladainha dos seus dissabores domésticos. E se for uma profissional, que divida
comigo o tempo de comentarmos nosso dia.
(...)

Que ela não me humilhe porque estou ficando calvo ou barrigudo, nem comente
nossa intimidade com as amigas, como tantas mulheres fazem.Que quando conto uma
piada para ela ou na frente de outros, ela não faça um gesto de enfado dizendo
“Essa você já contou umas mil vezes!”

Que ela consiga perceber quando estou preocupado com trabalho, e seja
realmente carinhosa, sem me pressionar para relatar tudo, nem suspeitar de que
já não gosto dela. Que quando preciso ficar um pouco quieto ela não insista o
tempo todo para que eu fale ou a escute, como se silêncio fosse sinal de falta
de amor.
(...)

Que com ela eu também possa ter momentos de fraqueza e de ternura, me
desarmar, me desnudar de alma, sem medo de ser criticado ou censurado: que ela
seja minha parceira, não minha dependente nem meu juiz.

Que cuide um pouco de mim como minha mulher, mas não como se eu fosse uma
criança tola e ela a mãe onipotente; que não me transforme em filho. Que mesmo
com o tempo, os trabalhos, os sofrimentos e o peso do cotidiano, ela não perca o
jeito terno e divertido que tanto me encantou quando a vi pela primeira
vez.
(...)

E que se erro, falho, esqueço, me distancio, me fecho demais, ou a machuco
consciente ou inconscientemente, ela saiba me chamar de volta com aquela ternura
que só nela eu descobri, e desejei que não se perdesse nunca, mas me contagiasse
e me tornasse mais feliz, menos solitário, e muito mais humano.


Postado por faxineira Lady D.

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Banheiro feminino: teste de equilíbrio

Ahhh, a modernidade. Um brinde a tudo que é moderno. Coisas simples do cotidiano se tornaram absolutamente inovadoras e chegaram até, ainda bem, aos banheiros, toiletes, WCs da vida.
Alguns exemplos vanguardistas no banheiro estão no nosso dia-a-dia. Um deles é o assento de papel, feito para salvaguardar mulheres e homens que querem pôr o traseiro (leia-se: popô, bunda, bumbum) no vaso sanitário dividido por milhares de pessoas. Em um bar, eu fico segurando até o último segundo para não ir ao banheiro. Mulher em banheiro público sofre, é preciso malabarismos circenses para se equilibrar e conseguir urinar. Às vezes, seguro tanto, que evito até uma risada mais ousada. Depois de uma boa gargalhada é inevitável uma lágrima escorrer de um outro ponto do corpo.

Os assentos de papel (e de plástico - é... têm uns de plástico que giram no vaso) são muito bons. Uma invenção moderna e simples, igual aos sachês de maionese, catchup e mostarda. Para mim, ir a um WC com assentos é maravilhoso. Outra modernidade está em alguns banheiros orientais. Em Xangai, no aeroporto chinês, a descarga é automática à suspensão do popô. É de levar um susto quando - de repente - antes mesmo de se limpar, a descarga dispara! Mas ainda penso ser o assento mais importante para um banheiro feminino.
Primeiro, porque é impossível se equilibrar por 10 minutos em cima de suas próprias pernas e ainda ter que controlar o jato de xixi. Quando não estou muito disposta, entro naqueles toiletes reservados para deficientes físicos, pois neles há sempre uma barra de ferro na qual a gente pode se segurar e se manter na posição semiagachada sobre o sanitário. Pelo menos uns 100 neurônios devem funcionar, e uns 50 músculos, enquanto uma mulher usa o banheiro público.

Repare:
1) ela segura o peso do corpo sobre as pernas;
2) se estiver de saia, uma das mãos tem que segurá-la e evitar respingos; do contrário, segura a calcinha para evitar que a mesma encoste em qualquer parte do banheiro (argh!);
3) com a outra mão, a mulher procura desesperadamente uma parede para escorar e evitar que o jato atinja a saia a calça ou os pés (ufa!);
4) por fim, mentalmente, a mulher controla o jato de xixi, se for muito leve ela passará pelo menos 30 minutos na posição que é super desconfortável, se for muito forte, ela possivelmente sairá do banheiro como se estivesse sentado em um suco de limão, o ideal é a moderação, oscilar entre forte e fraco.
Não sei como funciona com outras mulheres, mas para mim a depilação interfere diretamente no direcionamento do jato. Para um melhor desempenho em banheiros públicos, sem sujeiras, o melhor é manter "ao natural".
Quero sugerir aos cientistas especializados em banheiros que uma cadeira suspensa seja testada para facilitar a vida das mulheres em banheiros públicos. Na China, em Dubai, na Coréia e também em várias partes desse imenso Brasilzão, há banheiros com um buraco no chão. Assim a mulher apenas se agacha e não precisa se equilibrar. O visual do banheiro não é lá essas coisas, mas as nossas pernas agradecem!

Outra solução, eu li no blog Marketrix. Segundo o blog foi criado o P-Mates, um dispositivo biodegradável que nos permite realizar essa tarefa como os homens, de pé. A invenção é do Canadá. Em alguns bares locais, as placas dos banheiros masculino e feminino foram invertidas. Assim, ao entrar no toilete, a mulher se depararia com o famoso mictório masculino.

Placas de sinalização foram colocadas no chão e nas paredes, acima do mictório, onde também havia amostras do produto. Agora me diz, como é que seria isso?

As fotos são dos sites: Marketrix, Picasa (Gabriela), Cidão entre outros


Faxineira ponto G

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Os temores (ridículos) dos vinte e poucos anos

Quando a gente tem vinte anos, algumas coisas são boas, outras, nem tanto. Conversando com uma amiga no msn (grande fonte inspiradora de posts), ela disse que toda vez que tem a felicidade de ter sexo em quantidade, se lembra de mim. Fiquei lisonjeada até ela me contar porquê.


Namorei com um cara à distância aos meus vinte anos, e o via muito pouco. Conheci-o quando fui passar férias na casa da minha avó e só o dava para encontrá-lo nas férias quando ia para BH com a minha família, porque, como estudantes, não tinha grana para bancar estas viagens. Como o tempo para ficarmos juntos era muito curto, eu aproveitava o máximo. A mãe e o irmão, que moravam com ele, passavam o dia fora, porque trabalhavam num hospital. Ele, que trabalhava com programação, ficava em casa mesmo. Então, nos trancávamos no apartamento. E é aí que minha amiga se lembra de mim... porque eu só descia pra comprar camisinha. Na mesma farmácia que minha tia frequentava. Ficava morrendo de medo do pessoal da farmácia me reconhecer ou do que iam pensar de mim, comprando aquele tanto de camisinha.

Coisas dos vinte e poucos anos. Hoje, se entrar na farmácia para comprar um monte de camisinhas, entro toda orgulhosa e faceira. Não é todo mundo que pode se orgulhar de ter com quem gastar tanta camisinha!

Já não tenho medo de ir comprar anticoncepcional, nem de me aplicarem o injetável na bunda. Compro pomada ginecológica na boa. Ah, como é bom ter trinta...

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E por falar em pesquisa...

Uma pesquisa feita pela Universidade de Nottingham Trent apontou que as loiras de cabelo tingido não só chamam mais a atenção dos homens, como também vão mais vezes para a cama com eles, do que aquelas que tem o cabelo natural. De acordo com o estudo, as loiras "wannabe" também são mais confiantes que aquelas naturais.


E acreditem! a pesquisa ainda aponta que se você for a um karaokê, verá mais loiras tingidas dançando e cantando do que morenas ou loiras naturais (fala sério, né não?).
A desinibição, ao que parece, faz com que elas também dêem o primeiro passo na hora da conquista - e nas outras horas também. Entre as 205 mulheres entrevistadas - dos 25 aos 66 anos -, mais de 50% disseram ter colorido o cabelo para chamar a atenção e ser notada.

Faxineira Lady D.

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Hoje é sexta, amanhã é sábado. E sábado é dia de faxina! E agora, o que já era sabido pelo empirismo e cultura popular, tem reforço científico. Está publicado no site Bolsa de Mulher que um grupo de pesquisadores da University College, em Londres, descobriu que fazer faxina por pelo menos 20 minutos por semana pode reduzir o estresse. O objetivo da pesquisa era listar quais atividades físicas traziam mais benefícios para a saúde mental e quantificar o tempo necessário para que os exercícios tivessem impacto psicológico.



Sabe aquela história: fulana está estressada! "Ah manda ela ir lá em casa lavar uma trouxa de roupas". Sempre brincamos em rodas de amigas que faxinar resolve um monte de problemas. Mas agora a ciência comprovou!


Hoje minha faxineira faltou! Amanhã terei de exercitar o antiestresse sozinha. Pelo menos é possível faxinar com bom humor.

Faxineira ponto G



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Miss Lexotan




Para rirmos um pouco, porque sabemos da existência de pelo menos umas 10 miss lexotans no mundo e que às vezes a gente também é meio "Miss Lexotan"



Música: Ira!

O nome dela é:Miss Lexotan 6mg Garota
O nome dela é:Miss Lexotan 6mg Garota

Ela não consegue relaxar
ela não consegue nem ao menos dormir
ela é tensa só porque seu amor não vive
em São Paulo nem Porto Alegre, em lugar nenhum


Ela tem andado meio frígida
tem se preocupado com as coisas do coração
ela teme intensamente que jamais
conheça um carinha que vai comê-la estando apaixonado


O nome dela é:Miss Lexotan 6mg Garota
Lembrei o nome:Miss Lexotan 6mg Garota
Ela era atriz no underground

hoje ela posa de modelo fotográfico
é frequentadora assídua do templo
Hare Krishnamas mesmo assim ela não fica leve
E quando o sol finalmente raiar e ela então ferrar
E quando o sol finalmente raiar e ela desmaiar

Tudo ficará positivamente mórbido...O nome dela é:ta ta ta ta ta
Miss Lexotanta ta ta ta ta Miss Lexotan Garota

Ela era atriz no underground
hoje ela posa de modelo fotográfico
é frequentadora assídua do templo Hare Krishnamas mesmo assim ela não fica leve
mas mesmo assim ela não fica leve

Miss Lexotan 6 miligramas.

video

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Ainda sobre o Café Filosófico do último domingo, 21, exibido na TV Cultura. Em um dado momento, Maitê Proença - que estava impressionantemente articulada - disse algo que me comoveu.

Sobre as diversas máscaras que usamos para nos proteger ou seduzir as outras pessoas, para que possamos ser queridos pelos outros (a exemplo do que postou aqui a Faxineira Marinha do Brasil), ela usa o exemplo do povo simples da roça. Quando uma pessoa por nós chamada de "caipira" - pira pora, Nossa Senhora de Aparecida - não tem mais o que dizer sobre algo, ela se cala.

No vocabulário de quem é sertanejo cabem um "boa noite", um "bom dia", "estou com sono", "estou com frio", "estou com fome" - como exemplificou Maitê. E, quando não há mais nada a dizer a pessoa simplesmente se cala. Isso me comoveu muito. É preciso aprender o silêncio e se houvesse um local, com fila quilométrica, senha e dias de espera....ainda assim: eu estaria lá. Me incluo no roll de pessoas que não conseguem treinar o silêncio.

Lembro-me de férias que passei na casa do meu avô, na fazenda. Eram 21h. O único barulho que se ouvia era a televisão ligada. Eu estava feliz em ver TV na fazenda. Como quem dá uma ordem, meu avô disse: _É hora de dormir. Desligou a TV. E eu fui obrigada a ouvir e perceber o silêncio - e a lidar com ele. Foi assustador no começo. Ainda tentei pegar o celular para dar umas ligadas, mas não tinha muito sinal. Então fui para a varanda e esperei. Todos na casa haviam se recolhido, como de costume, às nove horas da noite. Tudo corria normalmente, exceto dentro de mim.

Sem filosofia piegas de livros de frases feitas, nem rima de música de Zeca Baleiro, mas quando Maitê me colocou diante da TV com a simplicidade do silêncio - o silêncio puro e simples, sem ser usado como arma de punição, nem como escolta, nem como máscara. O simples aceitar de que não se sabe o que dizer e ponto, algo dentro de mim se calou.
Faxineira ponto G

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Só pra descontrair...


Postado por faxineira Lady D.

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MEDO DE PSICANALISTA


No gancho da ponto G...


Também assisti o café literário com a Maitê neste domingo 21 de setembro. Muito interessante. Mas além da fala sobre a mulher, o que mais me chamou a atenção foi quando Maitê tratou das várias capas que nós nos cobrimos. E tentei imaginar em mim essas capas. A gente permite muito isso.

Colocamos caras, bocas, sentimentos em nós mesmos sem querer nos mostrarmos de verdade. Se bem que se nos mostrássemos de verdade entraríamos em conflito com outras pessoas. Caos total, ou de repente não. Nunca se sabe.

Também fiquei com um pouco de medo pela Maitê. Ela estava conversando com um psicanalista. Demonstrar o seu pensamento para ele foi meio teatral no início, mas senti que ela logo se libertou das tantas capas que a vida ajudou colocar em si própria. Fiquei com medo por que ele estava analisando ela. Sei que estava! Eu estava...!

Então pensei: E se fosse eu falando com um psicanalista?

Às vezes me sinto tão normal. Tão racional que sinto medo disso tudo ser uma loucura, sei lá, se sou uma louca sem ter loucuras. Já parei pra pensar nisso sabia???

Melhor um louco com loucuras expostas do que uma louca com loucuras na alma!!!

Pois bem, tenho medo de procurar um psicanalista pra falar sobre isso, medo de encontrar minha verdadeira capa. Tá tão bom debaixo das tantas que me vesti. Não que eu queira enganar pessoas, não é esse o objetivo. Quero ser eu sempre, mas a gente cria capas e pronto.

Algumas amigas já me falaram que é bom. Que você percebe alguns erros em você e tenta corrigi-los, mas e se isso me confundir mais ainda?

E esse negócio de entender a mente é muito perigoso.

E de mexer com ela também. Tenho medo de usar drogas e não conseguir voltar ao normal. Lança perfume nem pensar!

O álcool ainda vai, que já experimentei e sei que volto ao normal, a leitura funde, mas volta ao normal, o sono relaxa, mas depois volta ao normal...

Mas tenho medo de um psicanalista por que ele pode conhecer muito mais de mim mesma do que eu. Isso é por que eu não quero me mostrar. E se eu não quero me mostrar, já criei tantas capas, por que então eu iria num psicanalista?

Pra me descobrir e depois usar capas novamente?

Tenho medo de psicanalista. Acredito que eu preciso ir num primeiro pra me sarar de ter medo, pra depois eu criar coragem de ir em outro para eu me conhecer melhor. Quem sabe eu vá qualquer dia desses.



Faxineira: Marinha do Brasil

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Lady - ser ou não ser - eis a questão.

Meu apelido nesse blog começa como Lady, mas isso na verdade é uma coisa que o meu jeito Bridgett Jones nunca me deixou muito ser. E não é por falta de conhecimento não. minhas aulas de etiqueta no colégio de freiras me garantiu toda a teoria, quando preciso mesmoe me concentro posso até segurar a fantasia por algum tempo mas, o meu jeito desastrada é que não colabora muito as vezes.


Acho até muito legal essas mulheres comportadas, que falam baixo que riem baixo, que andam pela terra como se estivessem flutuando... Essa semana lendo alguns textos consegui ter o guia da Lady em minhas mãos e resolvi compartilhar com vc's... ladies e não-ladies...


A primeira dica é da Patricia Oyama ( que deve ser uma mega Lady)

  1. Guarde segredo - Humm...essa é fácil mas pode confundir, então é sempre melhor avisar. Estilo: - Olha não vai contar pra ninguém, hein.

  2. Aposte na bolsa - Fina de preferencia (rs) não vai colocar uma capanga e se achar uma lady.

  3. Use os homens – Porque uma verdadeira lady com aquele jeitinho sempre consegue o que quer - Um lobo em pele de ovelha.

  4. Ande na linha – Essa é ótima e dificil. Ela fala que uma Lady tem que andar sempre olhando pra frente em linha reta. Vai fazer isso em uma rua movimentada de uma cidade grande? eles te derrubam.. ou num dia daqueles ferrenhos de trabalho... sei não.

  5. Não banque a vovozinha - Ela diz que não precisa se vestir recatada, nem usar decote... mas não quer dizer que vc não possa ser interessante.

  6. Passar msgs correntes pela internet – Essa eu adorei - detesto aquelas correntes. Afinal, quem gosta daquilo?

  7. Fumar nem beber em pista de dança – Funar é fácil.. mas e essa de não beber? uai... beba com classe..kkkkk

  8. Incorpore a Vereadora – Ela diz que a Lady tem que cumprimentar todo mundo desde o porteiro até o faxineiro. Nisso eu sou até bastante Lady . Mas nao esqueçam se a Lady resolve fazer isso só pq ta escrito fica ridículo pq é falso não Lady.

  9. Espante a preguiça – Ela diz que Lady tem que ter cabelo brilhante, lindo e solto. Só faltou ela falar que Lady tem que ter cabelo Louro e liso...Pelo amor de Deus, dá pra ter o cabelo arrumadinho sem entrar na ditadura do liso chapado. Eu por exemplo acho um belo coque charmozissimo...Não acham?

Seguindo o guia da Lady ainda achei algumas coisinhas bem legais por ai...

Uma Lady pode ir ao banheiro ? Pode desde que seja para fazer o nº 1, Nada que saia de uma Lady pode cheirar mal.

Uma Lady pode chamar o garçom? Não, nunca. Mesmo que a Lady esteja sozinha numa mesa ela jamais pode chamar o garçom. Se estiver sozinha ela deve delicadamente pedir para alguém da mesa do lado para chamar pelo garçom (pode até pedir para uma não Lady, mas ela nunca.


Uma Lady pode dançar o Créu? Jaaaaaaammmmmmmaaaaaissssssss. Nossa só uma não-Lady como eu poderia pensar numa atrocidade dessas.

Uma Lady pode chamar "aquele carinha interessante" pra sair? Entendo que não. Ladies legítimas são chamadas para sair e não o contrário. Caso não tenham nada pra fazer devem ficar em casa lendo revistas de moda e o Livro da Glorinha Kalil. Resumindo Lady é caseira.

Uma Lady pode usar biquíni? Essa pergunta é interessante. Acho que sim, mas desde que tudo esteja tampado. Uma Lady não pode mostrar a bunda, porém se o cabelo da Lady estiver impecável ela pode até arriscar um bíquini G.

Uma Lady pode pegar ônibus? Desde que seja o ônibinhos do aeroporto pra te levar ao avião ou se ela for política e estiver em campanha.

Uma Lady pode engordar? Não, claro que não. Ladies tem controle absoluto sobre tudo o que passa e o que entra por elas ou nelas, inclusive sua alimentação.

Uma Lady arrota? Não. Definitivamente, não. O máximo que uma Lady faz é dar um único soluço, que os outros podem até achar que é um arroto mas não é. É somente um mono-soluço.

Definitivamente ser Lady nos dias de hoje é quase impossivel... pelo menos 80%das minhas amigas e mulheres modernas que conheço por ai, inclusive eu, nõa se encaixariam em muitas dessas dicas ou, realmente, preferem se divertir estando nem aí pro que uma lady poderia ser.





Faxineira Lady D.

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Café Filosófico sobre o feminino







Ontem assisti na Cultura o "Café Filosófico" e o tema era: O Feminino. Na bancada, a atriz Maitê Proença e o psicanalista Jorge Forbes.







Vários pontos da discussão foram interessantes, mas eu destaco aqui, para reflexão. Algumas frases que ficaram na minha cabeça.


Maitê (sobre a relação do homem com a mulher) : "O fato de a mulher gerar uma outra vida dentro dela e, sem fazer nada, sem precisar fazer nada, ela dá origem a outra pessoa com dedos, unhas, fígado, rim, coração. Ali dentro dela. E isso faz com que a mulher já venha ao mundo com sentimentos diferentes dos homens. A mulher é capaz de amar incondicionalmente, por exemplo. E tudo isso junto dá a mulher um ar de divindade. Ela se aproxima do divino. E isso assusta um pouco os homens que têm que lidar com esse ser quase divino, quase perfeito".

Jorge Forbes (sobre a diferença entre homens e mulheres): "Se você fala para um homem que ele é bom, ele ficará envaidecido. Mas se você falar que ele é mais elegante que Jhon Kennedy, ai ele dirá, inchado: 'imagina, ai você exagerou'. Já as mulheres odeiam ser comparadas. A mulher quer a singularidade. Na época das cavernas os homens ficavam comparando tacapes - o seu é maior que o meu. Não, o seu é maior. Aí chega uma mulher e o chama para fazer outra coisa, ir a outro lugar. Se não fossem as mulheres estaríamos até hoje comparando nossos tacapes".


Maitê (sobre como o homem lida com essa nova mulher) : "O homem está sendo enganado, ele sai com uma mulher que coloca um peito perfeito, uma panturrilha perfeita, que tem um carro - às vezes melhor que o importado dele que ele tem que colocar embaixo das pernas -, um rosto sem rugas, um cabelo liso que não existe igual, uma mulher que está sempre bem, que não se importa de viver sozinha (chega em casa a gente chora, né? Mas essa parte a gente não mostra pra ninguém). Uma mulher que não menstrua, sim porque agora com um adesivo na pele e a gente pode se livrar da menstruação, da TPM, enfim, de tudo que nos torna mulheres. Então esse homem sai com essa mulher para quê? Ela não precisa mais dele. Antes o homem era mais viril porque a mulher precisava e ele gostava da mulher em suas imperfeições porque ele podia ser imperfeito também".

Jorge Forbes: "E as mulheres de hoje como ficam?"

Maitê: "Uai, esse tanto de homem assustado (risos)"

Um outro ponto interessante foi quando Forbes disse que enquanto Freud coloca a mulher com inveja do fálico do homem, de poder urinar em pé e da força que o homem tem, do poder que um pênis dá. Há outro escritor e psicanalista Lacan, que avalia o homem com ciúmes do orgasmo feminino, que é mais completo e dura mais...



Faxineira ponto G




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Mutações desnorteadas

Então, existe no ar toda esta transição da mulher antiga para a mulher moderna. E tem também o que o homem antigo tem feito para se tornar moderno. E já tem até os homens modernos! Mas o fato é que nós, homens e mulheres, estamos sendo constantemente bombardeados com informações. Livros e mais livros sobre as diferenças do feminino e do masculino, capas e mais capas de revistas, das femininas até as científicas, falando que os homens são objetivos e as mulheres falam demais.

Mas o que eu sinto é que tem de tudo no mercado. Homens antigos. Homens antigos com verniz de modernos. Homens modernos na batalha para conseguir acompanhar as mulheres. Mulheres antigas, mesmo nascidas a pouco mais de vinte anos. Mulheres frias e que não são de conversa.


Sei que sim, existem diferenças entre homens e mulheres, mas acredito que elas estão ficando mais tênues. A diferença está mais em cada ser humano do que em uma simples disposição de sexo. Não posso afirmar que mulheres são mais complexas do que os homens se já vi homens perdidos e fragilizados. Desde que chorar e expressar seus sentimentos têm deixado, aos poucos, é verdade, de ser tabu, homens tem tanta complexidade quanto as mulheres. Pelo menos no que se diz respeito aos sentimentos.

Homens já demonstram angustia, medo, insegurança, aflição. E quer saber o que me espanta? Nós, mulheres modernas, não sabemos também lidar com isto. Estamos habituadas, mesmo sendo independentes, donas de nosso próprio nariz, a ter o homem como um norte. Quando o que deveria nos guiar, nos pede ajuda demonstrando fragilidade, nos perdemos.

Quer saber? No barco da modernidade, homens e mulheres ainda precisam de bússolas.


Faxineira: Fá

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Responsabilidade


Para refletir:


"Eu sou responsável pelos meus próprios sentimentos, emoções e personalidade. Também sou responsável pela situação em que me encontro. Ter responsabilidade completa não dá a sensação de escravidão, mas sim de liberação. Significa que não sou dependente das coisas externas ou controlado por elas. Significa, por exemplo, que não dependo de alguém para me trazer flores, me servir uma xícara de chá, ou até mesmo para me fazer feliz. Mais do que isso, eu sei quem sou e eu sou feliz"


(Bk Jayanti)
Faxineira .(ponto) G

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Ajudar não dói (depende)


Alguém aí se lembra daquele desenho: Eek the cat? Um gatinho azul, gordinho, inimigo do cachorro Shark?






A frase célebre do Eek era: "ajudar não dói". E por causa desse conceito ele se metia em cada uma pior que outra em nome do espírito de solidariedade. Eu sou meio Eek. Quero sempre ajudar as pessoas, mesmo que elas não me peçam. E por causa disso, descobri que, às vezes ajudar dói sim, e muito.
Olha a carinha do Eek
O que é um favor acaba virando uma obrigação e as pessoas não acham que você só "queria ajudar". Vamos citar exemplos, hipotéticos. Imagine que alguém te peça um favor do tipo: pegue para mim o telefone de beltrano e sicrano por favor? Você consegue o número a duras penas e repassa ao interessado. Em seguida, ele volta com e diz, sem pretensão nenhuma: "Não consegui falar nesses números, acredita?". E você: "Vou tentar conseguir outros". E pensa: afinal, ajudar não dói.

Depois de mais umas horas, você consegue o número. Repassa de novo para a figura. Ela volta em minutos: "Faz o seguinte, você pode ligar para mim, é que tenho que sair e você conhece a pessoa...." Era só um favor e agora você já tem a obrigação de ajudar. Mesmo assim, você respira e pensa: tudo bem, ajudar não dói, e diz: "Tá bom, me passa o seu telefone que passo para a pessoa". Passado um tempo você liga, milagrosamente, consegue falar e diz: "Olha, fulano pediu para eu te ligar ele quer falar com você e quer que retorne no número X". Você não sabia do que se tratava, você não fazia idéia do assunto que ambos poderiam dizer, apenas disse: ligue para fulano no número x.

Mas acontece que, dois dias depois que as duas figuras falaram de coisas que você nem faz idéia, uma terceira pessoa aparece: seu chefe. Te chama numa ligação mais seca do que o Tocantins (que está há 5 meses sem chuva, 44º , e umidade relativa do ar abaixo do normal): "Eek the cat, venha à minha sala". Você já vai preocupado. Ele começa fazendo rodeios...mas vai ao ponto quando você faz cara de quem não está entendendo nada.

- Sabe o que é Eeke, beltrano (aquele que te você apenas ligou fazendo um favor à figura) veio aqui nos cobrar uma grana e ele falou em você, disse que você tinha ligado para ele.

É isso meu caro Eek. Você se lascou. Queria ajudar e se lascou. Não importa o que você diga, foi com você que o beltrano falou. É do seu nome que ele se lembrava. Primeira lição de que: ajudar dói.

Eek se lascando com seu arquinimigo Shark

Um outro exemplo eu vi na net. Em Araranguá - não me pergunta onde fica -, depois da experiência vivida numa madrugada, o pescador AC, 39, vai pensar duas vezes antes de dar uma carona para ajudar alguém.

Ele estava com a moto estacionada perto de um clube no Morro dos Conventos quando um sujeito aparentemente desesperado se aproximou pedindo uma carona, dizendo que foi avisado que o filho pequeno teria ficado muito doente, e por isso, ele teria urgência em chegar em casa.

Movido pela solidariedade, a vítima pegou a moto, e convidou o caroneiro. Numa ruazinha muito escura, o caroneiro disse que morava por ali, e que queria desembarcar, mas antes pediu um dinheiro para o bom homem, alegando que seria usado para comprar remédios para a criança. O motorista então desceu da moto, e como estava escuro, resolveu usar o farol da moto para contar o dinheiro, e ver com quanto poderia colaborar. Nesse momento, o falso pai desesperado atacou o benfeitor, roubando R$ 140 em dinheiro, e ainda tentando levar a moto, que segundo a vítima, só não conseguiu porque os dois entraram em luta corporal, e como o dono da moto era mais forte, o larápio fugiu ao perceber que ia perder a parada.
Não que não devamos ser mais solidários. Mas vale aquele velho ditado "Apanha com o cajado quem se mete onde não é chamado".


E dependendo da situação diga NÃO. Ajudar às vezes dói.




Faxineira .(ponto) G








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No consultório...



Coincidência ou não, o post da minha amiga .ponto G sobre a pílula anticoncepcional coincidiu com uma consulta minha, destas de rotina mesmo, à minha ginecologista. Freqüento a mesma médica há quase oito anos. Muita gente pode pensar “que bom, dá pra manter um histórico legal da sua saúde”. E sim, esta é uma grande vantagem. Mas ela também é a mesma médica da minha mãe e das minhas duas irmãs. O que faz dela uma médica de família, uma amiga, que conhece todo mundo e que conversa sobre isto. Então, acaba que minha vida sexual pode não ser tão discreta quanto eu gostaria que minha mãe achasse que é.




E os homens reclamam de fazer exame do toque uma vez depois dos 40 anos...


Eu já até tentei trocar de ginecologista, mas acabei sendo fiel mesmo a minha de sempre. É quase como uma relação antiga. Eu já não me sinto mais (tão) desconfortável em usar aquele jaleco ridículo aberto na frente, já não fico tensa e as conversas são sempre divertidas.

Mas a tal hora de colocar na gente aquele diacho de bico de pato, nunca muda. É incomodo, machuca e, mesmo tendo mudado de metal pra acrílico, ainda é frio. O que me levou à seguinte indagação: porque indústria de instrumentos ginecológicos não muda à séculos (literalmente) sendo que os sexy shops têm modelos de vibradores e coisas afim cada vez mais modernos? Porque não fazem aquele bico de pato horroroso revestido em ciber skyn? Ou silicone? Ou jelly?




Não meninos. Não é este o bico de pato. Este é o patinho bonitinho



Um amigo me disse que é porque homens é que projetam os instrumentos ginecológicos. Mas aí eu pensei: mas são homens também que projetam os vibradores, cápsulas, pintos de borracha e tal.




Este aqui é o vilão


Já minha amiga .ponto G deu uma super sugestão para melhorar as condições das visitas ao ginecologista. Eu dei uma incrementada e ficou assim: Primeiro, na entrada do consultório, nada de secretárias sisudas, de uniforme verde clarinho e sorrisos educados. Estariam lá três caras saradões. Um negro, um loiro e um moreno. A gente teria o direito de escolher o gostosão que nos atenderia. Entrando no consultório, direito a um super amasso, com música e meia luz. Aí, o cara nos deitaria na maca e o médico então colocaria o bico de pato revestido de ciber skyn aquecido no lugar apropriado e faria a consulta, enquanto o gostosão massageasse os nossos mamilos.


Eu, particularmente, passaria minhas consultas semestrais pra diárias. E acredito mesmo que ia diminuir drasticamente as doenças ginecológicas, quiçá as sexualmente transmissíveis.









Hum... ok, doutor, pode colocar o bico de pato...hum... fundo....






Faxineira: Fá



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Guerra dos sexos



Se não fosse o baita tesão que tenho nos homens, a atração física, o desejo sexual pelo pinto - gosto de falar assim - sinceramente, me relacionaria com uma mulher.

Apesar de menstruarmos e termos TPM (Tensão Pré-menstrual, ou Tendência para Matar) nós falamos a mesma língua. Eu não consigo entender os homens. Ok! Sei que eles têm só dois botões: o de liga e o de desliga. E que, conforme todos os livros junguianos, e os outros de auto-ajuda: "Homens são de marte, mulheres são de vênus", "Ele", blá, blá, blá... eles são menos complexos que nós, me indigna o fato de, sendo nós mais complexas e completas, que cabe à nós o imenso fardo de compreender que eles "não conseguem se abrir", que são ligados às mães, que têm medo da entrega. Primeiro, não sou estivador. Sou mulher. Segundo, se não conseguem se abrir que façam terapia, não sou psicóloga, se são ligados às mães 30 anos depois de cortarem o cordão umbilical, que procurem um psiquiatra mais freudiano. Tomem remédios, se virem!

A ciência podia evoluir e criar um vibrador com cérebro, ou melhor, um vibrador que tenha um gravador também para dizer palavras doces no nosso ouvido e um cartão de crédito (estou exagerando, sabemos que homens tem mais a oferecer do que isso...abrem latas, trocam lâmpadas...levam cargas...). Mas eles também superestimam o pinto, então, por que não brincar com isso?

O fato é que os homens ainda não estão prontos para essas novas mulheres. É só olhar em volta. Tirando uma ou duas que realmente estão desesperadas pela ausência de homem do mercado - e é nisso que os homens se agarram para serem canalhas - a maioria de nós realmente não "precisa passar por isso". Essa expressão "não preciso passar por isso" é que leva a cabo a maioria dos relacionamentos.

Outro dia li na revista que a Elba Ramalho (que aliás está horrível com a cara de botox)tinha perdoado o Gaetano (aquele gato do marido dela) de uma traição. Super fácil assim: ele é um gato muito mais novo, super amoroso e etc. Assim é fácil perdoar...agora alguns caras são feios, pouco amorosos, lascados do talo e, pasmem!, mesmo assim ainda se sentem no direito de trair. Ai não né? Ai fica difícil perdoar. Até para trair é preciso habilidade...rs. E a mulher de hoje, como Elba Ramalho "não precisa passar por isso". Agora ela se separou dele, ao que parece.

Na época de nossas avós, havia a necessidade de se passar por cima dos mais distintos valores pessoais; mulheres não trabalhavam, não tinham grana, tinham uma renca de filhos e não sabiam nada além do que executavam em casa. Hoje não é mais assim, boa parte das mulheres trabalha e, o que é melhor, ganha mais que seus namorados, noivos ou maridos. A casa quando não é dos dois, por vezes é da mulher. Ou seja, a mulher realmente "não precisa" engolir certos sapos. E o desafio agora para o homem é o que sempre deveria ter sido: ser feliz e fazer feliz a sua companheira. É isso ou tchau. Apesar que essa nossa indenpendência nos deu também uma certa arrogância, que precisamos administrar. Mas mesmo assim, sobra sempre para as mulheres. Esses dias estava no trabalho e uma mulher limpava o chão e eu disse: "Nossa, estou tão cansada. Só quero dormir". E ela: "Eu também, mas chegando em casa ainda tenho que limpar a casa e cuidar dos filhos". Imagine! E ainda precisa estar sexy porque senão o cara larga ela por uma mais "amorosa". Não é mole não...Lembrem-se de suas mães. De como elas conviviam em casa.


Não há mais dependência financeira, não há mais medo de ficar só com os filhos...então cabe aos homens agora o que deveria sempre ter cabido nos relacionamentos: ser felizes e fazerem felizes suas mulheres. Parece que nem todos os homens sabem como lidar com isso. O duro é que nem nós sabemos ao certo o que nos faz felizes....é uma busca constante. Coitados, nem todos foram acostumados a isso. Mas...como disse no começo: problema deles. Tivemos que nos adaptar depois da queima dos sutiãs. Tivemos que ir pro mercado e ganhar menos, tivemos que disputar vagas com eles, ir para as universidades (mesmo com filhos para criar - que o digam as mulheres das gerações 70 e 80). Tivemos que ler livros de auto-ajuda para nos manter serenas com todas as responsabilidades (que o façam!), tivemos que entrar na terapia para entender os conflitos em casa e até para saber lidar com eles (que eles também entrem). Tivemos que mudar nossa rotina para a tripla jornada - casa, trabalho, filhos e etc. Tivemos que fazer aulas de pompoarismo, tivemos que colocar silicones, malhar, fazer dietas...Somos sempre nós que temos que nos adaptar. Por isso, admiro mais as mulheres que os homens. E isso me leva a dizer que se não fosse todo o desejo do que é oposto - e que vai além do pinto, o oposto como um todo -, seria muito mais simples namorar mulheres. Já ouvi muitas de nós falarem isso. Mas têm aquelas que falam também: "ainda bem que sou mulher e gosto de homem, porque mulher é muito complicada". Realmente, somos. Mas que eles se adaptem ao nosso jeito também.

Já que há a diferença e não há como negá-la. Viva a diferença e que busquemos o equilíbrio. Mas equilíbrio são dois lados da balança. Os dois precisam se doar. E não apenas a mulher. Fica o protesto!

PS.: isso é um personagem feminino. O ponto G. Feminista, a visão feminista e anarquista das mulheres. Não sou eu, pelo menos não meu "eu" todo. Sou feliz com o homem que tenho, muito obrigada. Não pensem bobagens. É um texto para ser engraçado, divertido e fazer os homens pensarem, porque muitas mulheres pensam assim...ok? Beleza? Então tá.E viva a liberdade de expressão...

Faxineira .(ponto)G

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A pílula






Sabe aquele comprimidinho, pequenininho, que nada pesa e que tem um dia certo na semana para se tomar? Então, a pílula anticoncepcional. Quem diria mas, depois do sutiã, a pílula é um instrumento de feminilidade mais moderno, mais necessário, mais enlouquecedor - que nos digam os nossos hormônios - e causador dos maiores enfartos entre mulheres (não há estatísticas do IBGE não, é pura "glestatística" mesmo). Os enfartos são ocasionados quando há aquele velho esquecimento não proposital, de tomar a bendita.

Ontem vendo Pantanal - é Pantanal, a novela que está reprisando no SBT - a princesa, personagem que se apaixona pelo personagem do Almir Sater, tinha uma cena tórrida de amor e depois era interrogada pela mãe, no quarto: "Você está tomando a pílula?". Ela não estava.

Mesmo para quem usa camisinha - que é mais seguro e recomendável - a pílula é um acessório a mais para proteção contra gravidez. Afinal, camisinhas arrebentam (não é comum, mas acontece). E a camisinha feminina, que nos garantiria a liberdade da imposição masculina (pasmem! Em pleno século 21, tem homem barbado que não usa camisinha sob o argumento de que - abre aspas - é de uma geração sem Aids - fecha aspas), voltando à camisinha feminina: é muito estranha! Parece um coador. Mas a pílula não é confiável, somos seres avuados e nem sempre lembramos de ingeri-la. Que me desculpe Odair José, mas a pílula é um produto de extrema necessidade. Controla o período menstrual, diminui o risco de ser mãe, auxilia mulheres com ovários policisticos. Mas dá um baita susto.

Esquecer de tomar a pílula é o fim para a mulher. Primeiro porque temos apenas 12 horas depois do esquecimento para lembrar de que esquemos e que devemos tomá-la. Se esquecemos, será que lembraremos? Difícil. Depois, é preciso, quando lembrado o fato, tomar duas pílulas, a do dia anterior e a do dia mesmo. Um monte de hormônios e outras cositas ingeridas de uma só vez. Haja estômago! Por fim, a gente tem que passar o resto do mês num jejum sexual para evitar que, sei lá, um espermatozóide mais afoito, drible o sistema e consiga atingir o óvulo. O único lado bom disso tudo é que a menstruação nunca será tão desejada, tanto para o homem quanto para a sua parceira. Quem diria?

Abaixo algumas dicas do médico ginecologista, Lister Macedo,sobre o uso da pílula:

1. Mulheres mais velhas: Segundo o ginecologista, a idade é um fator muito importante na hora de receitar o anticoncepcional. “As mulheres jovens são as mais indicadas para serem usuárias da pílula”, diz o dr. Lister. “Até perto dos 35 anos, salvo condições de saúde particulares, não há problemas. Já perto dos 40 anos a gente costuma indicar outros métodos contraceptivos.”

2. Mulheres fumantes: Outro fator de contra-indicação, devido ao risco de tromboembolia ser mais elevado em fumantes. “Aqui novamente a idade é fator determinante. Uma mulher fumante com mais de 35 anos não deve tomar pílula”, afirma o ginecologista.

3. Mulheres com histórico de trombose: “Não devem tomar pílula, seja em que idade for”, diz o dr. Lister.

4. Mulheres esportistas: “É um mito a história de que esportistas não devem tomar pílula. Na verdade, o remédio pode até auxiliar na regulação da menstruação destas mulheres que, por terem menos estrogênio no organismo, podem ficar com o ciclo desregulado”, diz o médico.

Para finalizar, o dr. Lister ressalta que, pelo fato de a pílula ser um hormônio, é uma escolha totalmente individual, que deve ser feita pelo médico, que conhece você, seus hábitos, seu histórico. Cada mulher tem um perfil hormonal, então uma pílula que é maravilhosa para mim pode ser um desastre para você. Confie no seu médico e faça a melhor escolha.


Faxineira .G

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Determinação


"Para tornar alguma coisa forte, ela definitivamente tem de ser presa bem firme em todos os quatro cantos. Você tem o pensamento, você tem o entusiasmo e você também tem a meta. Mas enquanto prosseguindo existe um canto que fica frouxo. Esse canto é a determinação. Você pode ter que se curvar, você pode ter que se moldar na vida, você pode ter que tolerar, você pode ter que ouvir, mas você nunca pode abandonar o seu pensamento. Isto é chamado de determinação"

Brahma Kumaris

Engraçado, mas hoje, antes de vir para a produtora, eu estava pensando justamente nisso: na determinação. Fiz uma oração no carro e tal - tenho feito muito isso ultimamente, em vez de ouvir o rádio, o Compadre Pimenta, eu tenho feito uma oração silenciosa - e em vez de rezar pelos amigos e família, como faço sempre, rezei por mim mesma.

Dias atrás eu quis colocar um brinco a mais na orelha, há anos estou com isso na cabeça, essa vontade. Advinha? Estou com brinquinhos a mais....Na verdade, a gente tem que olhar mais para a gente. Respeitar nossos pensamentos e nossos limites. E no fim, como na mensagem acima, nem que tenhamos que nos curvar, esperar dez anos, mudar, ceder diante das intempéries da vida, que mantenhamos o nosso pensamento.

Já reparou que às vezes a gente cede para todo mundo e, quando percebemos, estamos fazendo o que os outros querem...E o que queremos? Olhar para si mesmo é complicado...achar essa resposta então, putz!

Faxineira .G

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Leveza


É preciso ser leve, segundo Brahma Kumaris, guia espiritual.

Esta semana, recebi de uma pessoa querida aqui na campanha eleitoral que estou fazendo, a Adriana - super espiritualizada, professora de Yoga - um cartão, com uma mensagem de Brahma Kumaris. Vamos ler juntos:

"Quando o sol brilha suavemente lá no alto, as flores se voltam para ele para captar luz e calor. Da mesma forma, torne-se puro e despreocupado como o sol. Deixe que a doçura e a jovialidade brilhem naturalmente no seu rosto. Com a especialidade da leveza você será capaz de inspitar os outros a se tornarem leves também".

Faxineira .G

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Sobre os interesses das pessoas


De que são feitos os homens? Cada vez mais essa pergunta me consome....é preciso saber o que queremos e para onde vamos, e o que nos move.

Hoje mesmo o que me move é o meu interesse em fazer dois furinhos nas minhas orelhas. Estou tentando focar apenas nas coisas simples... Talvez tomar um chá à tarde, coisas do tipo.

Penso que estamos tão sufocados pelo nosso próprio ego, por interesses que não são reais que nos tornamos "coisas". Gente de verdade não se preocupa com bobagens.

Não sei você, mas eu quero ser gente de verdade. E quem sabe até o final da semana, estar com minha orelha com dois buraquinhos a mais....

Enjoy!
Faxineira .G

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