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O reencontro com meu Primeiro e único P.P.


Vocês se lembram do famoso P.P.??
Não?
Como não???
O post de maior repercussão que este blog já viu na sua história...merece até ser publicado em revista de interesses femininos...é quase um serviço público. Pois então, se não lembram busque na sua memória ou então vá ao mês de janeiro no dia 22 e descubra o que nossa faxineira ponto G. postou. Tamanho é Documento.
Enfim,
Tudo bem que Palmas não é lá essa grande cidade e que as pessoas se encontram sempre, mas estava eu chegando na minha aula de spinning, e dei de cara nada mais nada menos com o meu PP.
Meu no modo de falar, afinal fica na memória os momentos toscos de sexo da nossa vida, e é impossível você olhar para a cara do moço e não lembrar do que de mais estranho aconteceu nos contatos mais íntimos.
Pois é. Revi na minha aula de spinning o meu primeiro e único Pinto Pequeno.
Foi constrangedor para mim no princípio, até mesmo por que só me vinha na mente o tal P.P. Imaginei que não conseguiria me exercitar direito, ficaria com vergonha dos meus pensamentos e teria uma aula não muito produtiva.
É, não é muito fácil dar de cara com o passado negro. Quem nunca se constrangeu dessa forma? Reencontrando algum caso de uma única noite, do cara que você fez aquela loucura jamais repetida, ou bêbada falou baixarias no ouvido de alguém...ihhhh...
Mas daí aconteceu uma coisa estranha. Não é que a presença do meu P.P. na turma me deu gás para fazer todos os exercícios de uma maneira que nunca tinha feito. Nunca havia pedalado tão bem com a carga tão pesada. Não entendi, sinceramente, o motivo dessa minha garra e vontade de me amostrar para o moço do Pinto Pequeno mesmo sabendo eu que não enfrentarei a ferinha de novo... como disse um amigo meu: pega nele novamente pra ver se cresceu!!!! Kkkkkkkkkkkkkk num dô conta naummm.
Gente! Eu deveria ter me retraído naquele momento. Mas não! A gazela estava lá se mostrando toda no pedal!!! Me senti ótima. Tão poderosa. Nunca pedalei tanto na aula...pelo menos me renderam mais músculos...rs ...Vai entender...

E ainda sinto carinho pelo meu primeiro e único P.P.

Faxineira: Marinha do Brasil

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Repica Renê, repica!

Quem ainda não viu o filme Divã, deixo aqui minha recomendação: vale a pena parar por cerca de 1h30 em frente à tv ou ao cinema e vê-lo. Assisti no último final e semana e fiquei muito emocionada. Chorei e ri, na mesma proporção.Veja o trailler abaixo.



Independente da nossa idade, todas nós somos Mercedes - personagem de Lília Cabral que está divina na pele de uma senhora de meia-idade que começa a questionar seus 20 anos de casamento e sua vida, que é simples, porém feliz - até então. Uma das passagens divertidas é quando Mercedes vai ao salão de beleza e, depois de anos fazendo o mesmo corte, pede que o cabeleireiro (uma bicha louca, diga-se) repique as madeixas. Ele o faz, mas alerta: tem que ver o que está por trás desse repicado da Mercedes porque mulher quando repica, só pode ser uma coisa, H-O-M-I.

Ele tem razão. A primeira coisa que nós fazemos quando queremos enterrar um falecido ou começar uma nova relação é mudar o cabelo. Quanto mais mudanças fizermos, mais mudanças há internamente. A cor é um sinal: pintá-lo de vermelho ou loiro e cortá-lo curto ou repicado, pode ter vários significados. Loiro, como diz a personagem do filme pode ser para esconder a idade. "Mulher não envelhece, fica loira". A bicha logo defende: "Quando uma mulher repica um cabelo é porque alguma coisa de formidável está acontecendo na vida dela. E o que de mais formidável pode acontecer na vida de uma mulher?"

Bom, não contarei o filme, para não estragar a surpresa. Mas se mandar repicar, já sabe.

Faxineira Ponto G

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O que os homens querem?

É comum vermos filmes e artigos sobre mulheres:

"Do que as mulheres gostam"
"O que as mulheres querem"
"Como entender as mulheres"

Só que muita coisa tem mudado no mundo e agora é comum analisarmos o universo masculino. Filmes como: "Ele não está afim de você" e livros como “O segredo das mulheres apaixonantes”, escrito por um homem (Eduardo Nunes), entre bilhões de outros, tentam nos mostrar o que se passa na cabeça masculina - nas duas.


É legal também perceber que a nossa visão e nossos comportamentos estão mudando em relação aos homens e vice-versa. Estamos mais de olho neles, interessadas por eles, por entendê-los.

Hoje, lendo a Veja desta semana, me deparei com uma entrevista nas páginas amarelas do psicalista Contardo Calligaris (clique e leia que vale a pena), sobre como funciona o cérebro dos homens. E fiquei muito solidária a eles. Realmente a sociedade moderna não favorece muito os homens. Numa boa, eles estão em fase de adaptação a todas as mudanças dos últimos 50 anos de liberação sexual, política e social feminina.

O especialista disse
que tudo que os homens querem é que suas mulheres tenham tempo para cuidar deles. "A verdade é que eles querem muito ser cuidados", disse Calligaris. Isso me incucou. Eu, pessoalmente, não sou muito boa nisso, em cuidados. Tenho aprendido a ser mais cuidadosa, mas ainda estou longe do ideal.

Outro ponto interessante da entrevista, é o fato de os homens mentirem sobre sexo. Eles não pensam tanto em sexo como dizem que pensam, segundo o Calligaris. Mas o que fica mesmo é: puxa vida, os homens sofrem mesmo. Leiam e deliciem-se.

Faxineira ponto G

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Paranóia da gripe suína (ainda)

Bom, foi confirmado um caso de gripe suína no Tocantins. Essa é a notícia ruim. A boa é que não sou eu...tchãrãnsssss! Trata-se de uma missionária norte-americana, que esteve recentemente nos Estados Unidos. O Ministério da Saúde confirmou o fato.

De todo modo, como voltei recentemente, a recomendação dos meus colegas jornalistas é ficar escondidinha em casa...rs, para evitar que descubram qualquer espirro meu e queiram logo me isolar num hospital.

Paranóias à parte, deixo aqui um comentário muito sério sobre como os americanos - os da Central - estão tratando a nova gripe. Eles estão cagando e
andando para ela. No aeroporto em Nova Iorque eu, que havia chegado de máscara cirúrgica temendo ser contaminada ou mesmo passar minha gripe convencional a eles, fiquei constrangida quando percebi que eu era a ÚNICA - em toda a extensão aeroportuária - a usar máscara.

Sem graça e com medo danado de ficar por ali mesmo ou ir para a famosa salinha (para onde eles levam os estrangeiros com os quais eles não vão com a cara), eu tirei discretamente a máscara e coloquei-a no bolso da minha calça jeans - aliás, ela deve estar lá até hoje. Foi a última vez em que nos vimos.

Perguntamos ao taxista o que os americanos achavam da Influenza A H1N1, ele sorriu e nos respondeu que apenas os turistas estavam usando máscaras. Detalhe: os americanos espirravam numa boa, em todos os lugares, farmácias, mercados, padarias, fast foods, sem a menor cerimônia. E pensar que aqui nós estamos com medo. Talvez seja esse o motivo do nosso medo. Eles não se previnem e estamos voltando contaminados de lá.

O único lugar em que vi as pessoas de máscaras foi no aeroporto de Congonhas (SP), na volta para casa. Quando saímos do avião - sem brincadeira - umas 10 pessoas vestidas de branco estavam nos esperando com vários panfletos da Anvisa na mão. A contar pelo que diz o Serra neste vídeo ai, há que se compreender o batalhão que nos espera no aeroporto paulistano.
De duas uma: ou o Brasil está adiantado em relação à prevenção ou os gringos estão adiantados em relação aos medicamentos e tratamento da gripe suína. Façam suas apostas.


PS.: eu não estou gripada - aaaaaaaaaaaaaatchim! Falo sério.

Faxineira ponto G

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Te faz de doido...


Tem muita gente por aí se fazendo de doido. Eu mesma sou uma dessas pessoas, mas só quando se faz de doido pra mim..rs. Às vezes temos que nos render à loucura para conseguir chegar aonde pretendemos. Apesar de ser ruim, mas necessário.

Tem gente que se faz de doido pra comer de graça. Tem gente que se faz de doido para não cumprir com suas obrigações. Tem gente que se faz de doido para não discutir com outras pessoas ou tem gente que se faz de doido para discutir com outras pessoas...enfim são muitos os: Te faz de doido que... alguma coisa te acha. Como diz um amigo meu, na velha frase genérica: “Te faz de doido que o PAU te acha”!!! E que pode ser utilizado com muita propriedade para várias circunstâncias. Por exemplo:

Te faz de doido que teu chefe não te acha! – essa é para aquele funcionário que entra e sai do serviço sem ser percebido. Não faz questão nenhuma que notem sua presença e anda nas pontas dos pés, na surdina. Gente...as pessoas chegam tarde e saem cedo.

Te faz de doido que o almoço já te acha! – essa então, como exxxxiste. São aqueles que fingem que não sabem cozinhar ou sim – ples – men – te se faz de doido e nunca encontra o caminho da cozinha, muito menos da pia cheia de louça suja.

Te faz de doida que o paquera da amiga te acha! – garotas do meu Tocantins...essa eu já vi demais. É aquela garota que tá querendo mais que chambari pra curar ressaca, daí ela chega dá uma olhada se joga em cima do gato, que a amiga está de olho há décadas, e ela sabe disso, finge que não tá nem aí, ainda chega na amiga dizendo que o gatinho tá dando em cima, lasca a amiga de raiva, sai de perto piscando pro gatinho, rebola e dança funk pra ver se intoxica as vistas da presa, chega junto de novo e acha que ninguém está percebendo...te faz de doida! Créu!

Te faz de doido que o amigo paga a conta! – essa é sacanagem. Tem gente que nunca lembra de sair com dinheiro, ou então truca com a velha frase secular já conhecida pelos mais chegados: “Amigo, paga essa que a próxima é por minha conta”. Ou então: “Ô véi, paga aí pra mim que esqueci a carteira. Amanhã te pago, ok¿” ...E nunca pagará! Esse é o mais PÔÔÔDYYYYY....kkkkk

Reticências pro Te faz de doido...

E assim são muitas as situações. Até acho que as pessoas que se fazem de doidas são mais felizes. Elas não estão preocupadas com o que os outros vão pensar. Sim. Porque não é possível que quem se faz de doido acredite que ninguém perceba. Daí fica mais a vontade para exageros. Pessoasssss... tem certo tipo de loucura que não dá, mas tudo bem. A melhor coisa a fazer diante de quem se faz de doido é se fazendo de doido também. Ali. Na disputa.

Uma das personalidades mais conhecidas que posso citar é Bob Esponja. Esse é o legítimo te faz de doido. Outra que se faz de doida é a Donizete do mundo canibal, aliás todos os personagens do mundo canibal...rs. Temos também um velho conhecido na política tocantinense, esse então, é o figurinha número 1 no “Te faz de doido que a foto te acha!” ...sai bunitu na fothiiienha...kkkkkkkk... papagaio de pirata...

Sei que o te faz de doido tem que ser utilizado na hora certa e de maneira correta. Tenho algumas lembranças de alguns “Me fiz de doida”, mas não para prejudicar o vizinho, amigo ou quem quer que seja. Se façam de doidos, mas cuidado com o que você vai achar logo mais a frente. Cuidado com o PAU!!!
Faxineira: Marinha do Brasil!!

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Pavor de baratas voadoras e homens que se acham....

Tenho pavor de baratas voadoras e homens que se acham.
As baratas deixo para algum homem matar...grito quando elas vêm em minha direção, desinfeto a casa no momento oportuno. Mas o que fazer com os homens que se acham?

Não há nenhum episódio em particular que tenha me estimulado a escrever este texto. Apenas estava curiando a net quando passei do Ego (fofocas de sábado, claro), para o Paparazzo. Como boa mulher que sou, antes vi as fotos de mulheres boas (trocadilho mais sem vergonha) - nós não temos problema em ver fotos de mulheres, nem ficamos constrangidas com isso - e depois, claro!, fui para as fotos masculinas, cujo destaque do mês é, na minha opinião, um cara que se acha.

Não acompanhei o BBB 9, nem li muito. Mas para mim, nas poucas vezes que o vi, eu pensei: ele se acha. Mas não é dele (Newton, o Ton) especificamente que quero falar. Coloco aqui o nobre rapaz como exemplo do tipo de sentimento que me causa quando vejo algum cara que se acha demais...

Quando abri o site e vi que era ele: ARGH! Nem quis abrir as fotos. Ele pode até ser bem bonitão e etecétera e tal, mas por um pré-conceito meu, caras que se acham são como baratas voadoras. O melhor é ter um repelente à mão. Então fechei o site.

Foi este sentimento que me instigou. Conheço mulheres que gostam de homens que se acham, e desde criança os meninos que mais se destacam na escola: os briguentos, os engraçados, os que põem apelidinhos nos colegas, jogam bombas de pum nos outros e criam as situações mais incríveis - são esses que chamam a atenção das meninas também, geralmente. Claro que isso varia, mas são os mais pops que chegam ao coração das adolescentes. Se é assim, porque não gosto de homens que se acham?

Auto-estima sempre é bom. Não prefiro homens moscas-mortas, que só reclamam da vida e de si mesmos e que não põe fé no que fazem. Não confiam no taco. Mas aqueles que dizem - de preferência num megafone - ao mundo inteiro que são bons, que seu taco mede 1.55 e que encaçapam uma bola, de costas, e sem precisar de giz....esses aí são os que não terão minha atenção numa festa, na vida, num bailinho.

Coitado do Newton, foi pego para Cristo. Mas foi a partir dele que descobri em mim essa aversão. Já sei o que faço com as baratas, mas e quanto a eles?

Faxineira Ponto G

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Ser livre


Sei que estou muito filosófica nos últimos dias, mas: fazer o quê? Escrevo sobre o que sinto. E...ponto.

O que é ser livre? Nascemos livres: de cordão umbilical, de uma placenta, de roupas. Dependemos do seio da mãe, da proteção do pai, de alguém que cuide de nós.

Ao longo de nossa vida, vamos nos tornando mais independentes. E quando estamos totalmente livres dos laços anteriores, quando podemos viver por nossa conta e risco, escolhemos que precisamos nos prender a algo ou alguém. Seja um trabalho fixo, uma casa que seja nossa, uma namorado (futuro marido), alguns filhos... Se somos livres, por que queremos nos prender?

Li agora há pouco um texto no blog do Paulo Coelho, e tal qual o autor, resolvi dar um "crtl C, crtl V " aqui porque, segundo o próprio Coelho, os textos dele não são dele, são de alguém. Então lá vai:

Do objeto do amor

Postado por Paulo Coelho em 11 de Janeiro de 2009 às 00:30

Sartre costumava dizer: “a liberdade do homem consiste em escolher a própria escravidão”. Nós lemos isso, e pensamos: “bem, parece que ele tem razão”.

Trabalho oito horas por dia, e se for promovido, passarei a trabalhar doze horas. Casei-me, e agora não tenho mais tempo para mim mesmo. Procurei Deus, e sou obrigado a ir a cultos, missas, cerimônias religiosas. Tudo que é importante nesta vida - amor, trabalho, fé - termina se transformando em um fardo pesado demais”.

É isso...o texto tem a ver com o que estou sentindo hoje.

Faxineira Ponto G

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As escolhas que fazemos


Tenho percebido em mim, há cerca de dois meses, mais precisamente, que eu Ponto G sou responsável por tudo que acontece em minha vida.


Desde as pequenas escolhas, como uma roupa a vestir, um carro a comprar, um emprego, uma viagem, até as grandes escolhas: engravidar, casar, não casar, namorar fulano ou beltrano, mudar de país, morar onde se mora, trabalhar onde se trabalha. Tudo, absolutamente tudo, é nossa escolha.


Mesmo sendo tudo nossa escolha, temos o péssimo hábito de entregar as intempéries da nossa vida em mãos alheias, ou, ao acaso. Se engravidamos dizemos que "aconteceu"; se casamos com o cara errado: "a culpa é dele, você não sabia que ele era assim ou asssado"; se não casamos: "não podia, não tinha dinheiro, tinha que cuidar da minha avó doente"; se nos mudamos de país: "era porque não tínhamos saída"; se escolhemos vermelho: "é porque não tinha outra cor".

Será que não é hora de sermos responsáveis por alguma de nossas ações? Nós escolhemos. Essa é a regra. Sempre tem outra cor, ou a opção de não comprarmos. Sempre há aquele momento entre uma coisa e outra que podemos dizer "sim" ou "não", e qualquer coisa que se diga, até quando não se diz nada, estamos escolhendo isso.
E tudo o mais é um jeito nosso de dizer ao mundo que não temos culpa. Tomar as rédeas da nossa vida e aceitar o que vier a partir de nossas escolhas não deve ser fácil. Eu mesma estou trilhando aos poucos esse novo e insólito caminho.


Era mais fácil quando criança, tirávamos tudo no unidunitê salameminguê, o escolhido foi você... era tão simples e claro! Hoje a gente vai na onde do "Deixa a vida me levar", mas na verdade até optar por deixar a vida levar é uma escolha. E depois não tem choro nem vela, quando se permite ao sabor do acaso toda a nossa existência.


Escolher não é se precipitar. Mas é ir para onde se quer, agarrar-se ao que se quer. Responsabilizar-se por isso. Podemos fazer escolhas com tudo, até mesmo com o nosso humor, a nossa felicidade. Há uma anedota que li certa vez, em que uma mulher doente, ia ser levada a um novo quarto de hospital. Ela perguntou:"Onde fica (o novo quarto)?"


Ouviu: "Na rua X, ao lado do mercado Y".


Ela: "Nossa! Adorei o lugar!"


A voz: "Como? Você ainda nem viu?"


Ela: "Nem preciso. Gostar ou não independe de ver. É uma escolha minha".


Faxineira Ponto G

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Deus te facilite

Quem ainda pede a benção aos pais? Quando criança era comum pedirmos a bênção a todos os parentes: pais, avós, tios. Lembro-me que eu juntava as mãos como em oração e dizia: _ A benção, pai (avô, tio e tia).....

E a resposta era sempre a mesma: "Deus te abençõe, minha filha". Quase todo mundo dizia assim, menos o meu avô. Com mais de 10 netos, meu avô, ou vovô, como era conhecido pelos netos, tinha uma forma personalizada de abençoar cada um de nós.


Conforme o tamanho da fila de netos, ele ia dando a nós o que achava necessário. A alguns era o simples "Deus te abençõe", a outros era "Deus te dê saúde", "Deus te dê juízo", "Deus te dê vergonha" e, por fim, o que eu mais gostava: "Deus te facilite".

Vovô Neco e minhas tias

Hoje a bênção é mais simples. É mais um cumprimento mesmo e só peço ela a meus pais. Mas nunca me esqueci do "Deus te facilite" do meu vovô. Aliás, adorava chamá-lo assim: vovô. Quando ele pedia que Deus nos facilitasse, ele pedia tudo e desejava tudo. Quando quero ganhar um dinheiro extra, logo me lembro do "Deus te facilite", quando quero namorar alguém, ou um trabalho que preciso ou uma viagem...

É engraçado que tenhamos perdido o hábito de pedir bençãos...Não são os humanos (pais, avós, tios) que nos abençoam...eles apenas com a autoridade que têm sobre nós, pedem a Deus que o faça. E é estranho que não precisemos mais...ou que nos esqueçamos disso. Eu ainda preciso que Deus me facilite, mesmo que não tenha mais meu vovô para me dizer isso....talvez eu leve isso adiante com meus filhos e netos e, imitando meu avô, crie a cada um deles uma forma única de dizer-lhes que com minha benção eu os amo.

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Jovens demais para morrer


No alto dos meus 28 anos eu sempre pensei que era imortal. Dizem que é normal, antes dos 40, pensarmos que somos imortais. Pensei isso até o início desta semana, quando, do nada, meu coração foi a 168 batimentos por minuto quando o normal é entre 80 a 100.



Não fumo, bebo bem menos que na adolescência, sou sedentária (isso precisa mudar), levo uma vida normal, só que trabalho muitooooo...... De repente, me vi deitada sentindo, literalmente, o coração na boca. Sim! Passa um filme na cabeça da gente e foi por ver esse filme e pensar que não queria chegar ao fim, que eu disse: "Quero ir ao médico!" É difícil morrer. Posso estar exagerando, mas nos últimos segundos a gente deve mesmo se apegar à vida. Tava lendo um livro do Rubem Alves, "Ostras felizes não fazem pérolas" e havia uma das crônicas que falava exatamente dessa dificuldade. Um menino no leito de morte pede ao médico: "Doutor, me ajuda a morrer".


Estou com este texto rascunhado há dois dias, mas só postei agora porque sei que sou jovem demais para morrer. E que não é minha hora. Sinto isso, em meu coração, que, aliás, é bom, acabei de saber que não tenho absolutamente nada com ele....que pode ser um monte de outras coisas, ou pode ser nada. Que é o mais provável. Mas tudo isso me fez pensar em uma coisa, no modo como levamos a nossa vida.


É preciso leveza para aceitar que nada é pra sempre e que o que vale mesmo é isso agora. Esse momento exato em que você lê este texto...o momento exato em que eu escrevo, mas quando você o ler o meu momento já terá passado. E o que você fará com o que eu escrevi já não me importa porque isso é futuro e não posso prevê-lo.


É isso.

Faxineira Ponto G

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Atreva -se

Encontrei este vídeo pela net. Parece ser uma propaganda.... gostei muito e resolvi compartilhar aqui. Porque, as vezes, a gente só precisa mesmo é se atrever.

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Canção dos homens


Esse vai, principalmente, para os homens que são leitores desse espaço...


Hoje lendo alguns jornais, blogs, leituras por ai, bati os olhos nesse texto da Lya Luft... Gosto muito do trabalho dessa escritora e , esse texto traz uma reflexão sobre o quanto nós, mulheres, que, as vezes, já fomos (e ainda somos) tão injustiçadas pela nossa cultura, também algumas vezes somos injustas com os homens.


Segue abaixo alguns trechos do texto. É sempre bom para para pensar, ver/ouvir o outro lado, ainda mais quando quem expressa o que ele sente é uma escritora como Lya Luft.




CANÇÃO DOS HOMENS




Que quando chego do trabalho ela largue por um instante o que estiver
fazendo – filho, panela ou computador – e venha me dar um beijo como os de
antigamente.Que quando nos sentarmos à mesa para jantar ela não desfie a
ladainha dos seus dissabores domésticos. E se for uma profissional, que divida
comigo o tempo de comentarmos nosso dia.
(...)

Que ela não me humilhe porque estou ficando calvo ou barrigudo, nem comente
nossa intimidade com as amigas, como tantas mulheres fazem.Que quando conto uma
piada para ela ou na frente de outros, ela não faça um gesto de enfado dizendo
“Essa você já contou umas mil vezes!”

Que ela consiga perceber quando estou preocupado com trabalho, e seja
realmente carinhosa, sem me pressionar para relatar tudo, nem suspeitar de que
já não gosto dela. Que quando preciso ficar um pouco quieto ela não insista o
tempo todo para que eu fale ou a escute, como se silêncio fosse sinal de falta
de amor.
(...)

Que com ela eu também possa ter momentos de fraqueza e de ternura, me
desarmar, me desnudar de alma, sem medo de ser criticado ou censurado: que ela
seja minha parceira, não minha dependente nem meu juiz.

Que cuide um pouco de mim como minha mulher, mas não como se eu fosse uma
criança tola e ela a mãe onipotente; que não me transforme em filho. Que mesmo
com o tempo, os trabalhos, os sofrimentos e o peso do cotidiano, ela não perca o
jeito terno e divertido que tanto me encantou quando a vi pela primeira
vez.
(...)

E que se erro, falho, esqueço, me distancio, me fecho demais, ou a machuco
consciente ou inconscientemente, ela saiba me chamar de volta com aquela ternura
que só nela eu descobri, e desejei que não se perdesse nunca, mas me contagiasse
e me tornasse mais feliz, menos solitário, e muito mais humano.


Postado por faxineira Lady D.

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MEDO DE PSICANALISTA


No gancho da ponto G...


Também assisti o café literário com a Maitê neste domingo 21 de setembro. Muito interessante. Mas além da fala sobre a mulher, o que mais me chamou a atenção foi quando Maitê tratou das várias capas que nós nos cobrimos. E tentei imaginar em mim essas capas. A gente permite muito isso.

Colocamos caras, bocas, sentimentos em nós mesmos sem querer nos mostrarmos de verdade. Se bem que se nos mostrássemos de verdade entraríamos em conflito com outras pessoas. Caos total, ou de repente não. Nunca se sabe.

Também fiquei com um pouco de medo pela Maitê. Ela estava conversando com um psicanalista. Demonstrar o seu pensamento para ele foi meio teatral no início, mas senti que ela logo se libertou das tantas capas que a vida ajudou colocar em si própria. Fiquei com medo por que ele estava analisando ela. Sei que estava! Eu estava...!

Então pensei: E se fosse eu falando com um psicanalista?

Às vezes me sinto tão normal. Tão racional que sinto medo disso tudo ser uma loucura, sei lá, se sou uma louca sem ter loucuras. Já parei pra pensar nisso sabia???

Melhor um louco com loucuras expostas do que uma louca com loucuras na alma!!!

Pois bem, tenho medo de procurar um psicanalista pra falar sobre isso, medo de encontrar minha verdadeira capa. Tá tão bom debaixo das tantas que me vesti. Não que eu queira enganar pessoas, não é esse o objetivo. Quero ser eu sempre, mas a gente cria capas e pronto.

Algumas amigas já me falaram que é bom. Que você percebe alguns erros em você e tenta corrigi-los, mas e se isso me confundir mais ainda?

E esse negócio de entender a mente é muito perigoso.

E de mexer com ela também. Tenho medo de usar drogas e não conseguir voltar ao normal. Lança perfume nem pensar!

O álcool ainda vai, que já experimentei e sei que volto ao normal, a leitura funde, mas volta ao normal, o sono relaxa, mas depois volta ao normal...

Mas tenho medo de um psicanalista por que ele pode conhecer muito mais de mim mesma do que eu. Isso é por que eu não quero me mostrar. E se eu não quero me mostrar, já criei tantas capas, por que então eu iria num psicanalista?

Pra me descobrir e depois usar capas novamente?

Tenho medo de psicanalista. Acredito que eu preciso ir num primeiro pra me sarar de ter medo, pra depois eu criar coragem de ir em outro para eu me conhecer melhor. Quem sabe eu vá qualquer dia desses.



Faxineira: Marinha do Brasil

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Lady - ser ou não ser - eis a questão.

Meu apelido nesse blog começa como Lady, mas isso na verdade é uma coisa que o meu jeito Bridgett Jones nunca me deixou muito ser. E não é por falta de conhecimento não. minhas aulas de etiqueta no colégio de freiras me garantiu toda a teoria, quando preciso mesmoe me concentro posso até segurar a fantasia por algum tempo mas, o meu jeito desastrada é que não colabora muito as vezes.


Acho até muito legal essas mulheres comportadas, que falam baixo que riem baixo, que andam pela terra como se estivessem flutuando... Essa semana lendo alguns textos consegui ter o guia da Lady em minhas mãos e resolvi compartilhar com vc's... ladies e não-ladies...


A primeira dica é da Patricia Oyama ( que deve ser uma mega Lady)

  1. Guarde segredo - Humm...essa é fácil mas pode confundir, então é sempre melhor avisar. Estilo: - Olha não vai contar pra ninguém, hein.

  2. Aposte na bolsa - Fina de preferencia (rs) não vai colocar uma capanga e se achar uma lady.

  3. Use os homens – Porque uma verdadeira lady com aquele jeitinho sempre consegue o que quer - Um lobo em pele de ovelha.

  4. Ande na linha – Essa é ótima e dificil. Ela fala que uma Lady tem que andar sempre olhando pra frente em linha reta. Vai fazer isso em uma rua movimentada de uma cidade grande? eles te derrubam.. ou num dia daqueles ferrenhos de trabalho... sei não.

  5. Não banque a vovozinha - Ela diz que não precisa se vestir recatada, nem usar decote... mas não quer dizer que vc não possa ser interessante.

  6. Passar msgs correntes pela internet – Essa eu adorei - detesto aquelas correntes. Afinal, quem gosta daquilo?

  7. Fumar nem beber em pista de dança – Funar é fácil.. mas e essa de não beber? uai... beba com classe..kkkkk

  8. Incorpore a Vereadora – Ela diz que a Lady tem que cumprimentar todo mundo desde o porteiro até o faxineiro. Nisso eu sou até bastante Lady . Mas nao esqueçam se a Lady resolve fazer isso só pq ta escrito fica ridículo pq é falso não Lady.

  9. Espante a preguiça – Ela diz que Lady tem que ter cabelo brilhante, lindo e solto. Só faltou ela falar que Lady tem que ter cabelo Louro e liso...Pelo amor de Deus, dá pra ter o cabelo arrumadinho sem entrar na ditadura do liso chapado. Eu por exemplo acho um belo coque charmozissimo...Não acham?

Seguindo o guia da Lady ainda achei algumas coisinhas bem legais por ai...

Uma Lady pode ir ao banheiro ? Pode desde que seja para fazer o nº 1, Nada que saia de uma Lady pode cheirar mal.

Uma Lady pode chamar o garçom? Não, nunca. Mesmo que a Lady esteja sozinha numa mesa ela jamais pode chamar o garçom. Se estiver sozinha ela deve delicadamente pedir para alguém da mesa do lado para chamar pelo garçom (pode até pedir para uma não Lady, mas ela nunca.


Uma Lady pode dançar o Créu? Jaaaaaaammmmmmmaaaaaissssssss. Nossa só uma não-Lady como eu poderia pensar numa atrocidade dessas.

Uma Lady pode chamar "aquele carinha interessante" pra sair? Entendo que não. Ladies legítimas são chamadas para sair e não o contrário. Caso não tenham nada pra fazer devem ficar em casa lendo revistas de moda e o Livro da Glorinha Kalil. Resumindo Lady é caseira.

Uma Lady pode usar biquíni? Essa pergunta é interessante. Acho que sim, mas desde que tudo esteja tampado. Uma Lady não pode mostrar a bunda, porém se o cabelo da Lady estiver impecável ela pode até arriscar um bíquini G.

Uma Lady pode pegar ônibus? Desde que seja o ônibinhos do aeroporto pra te levar ao avião ou se ela for política e estiver em campanha.

Uma Lady pode engordar? Não, claro que não. Ladies tem controle absoluto sobre tudo o que passa e o que entra por elas ou nelas, inclusive sua alimentação.

Uma Lady arrota? Não. Definitivamente, não. O máximo que uma Lady faz é dar um único soluço, que os outros podem até achar que é um arroto mas não é. É somente um mono-soluço.

Definitivamente ser Lady nos dias de hoje é quase impossivel... pelo menos 80%das minhas amigas e mulheres modernas que conheço por ai, inclusive eu, nõa se encaixariam em muitas dessas dicas ou, realmente, preferem se divertir estando nem aí pro que uma lady poderia ser.





Faxineira Lady D.

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Café Filosófico sobre o feminino







Ontem assisti na Cultura o "Café Filosófico" e o tema era: O Feminino. Na bancada, a atriz Maitê Proença e o psicanalista Jorge Forbes.







Vários pontos da discussão foram interessantes, mas eu destaco aqui, para reflexão. Algumas frases que ficaram na minha cabeça.


Maitê (sobre a relação do homem com a mulher) : "O fato de a mulher gerar uma outra vida dentro dela e, sem fazer nada, sem precisar fazer nada, ela dá origem a outra pessoa com dedos, unhas, fígado, rim, coração. Ali dentro dela. E isso faz com que a mulher já venha ao mundo com sentimentos diferentes dos homens. A mulher é capaz de amar incondicionalmente, por exemplo. E tudo isso junto dá a mulher um ar de divindade. Ela se aproxima do divino. E isso assusta um pouco os homens que têm que lidar com esse ser quase divino, quase perfeito".

Jorge Forbes (sobre a diferença entre homens e mulheres): "Se você fala para um homem que ele é bom, ele ficará envaidecido. Mas se você falar que ele é mais elegante que Jhon Kennedy, ai ele dirá, inchado: 'imagina, ai você exagerou'. Já as mulheres odeiam ser comparadas. A mulher quer a singularidade. Na época das cavernas os homens ficavam comparando tacapes - o seu é maior que o meu. Não, o seu é maior. Aí chega uma mulher e o chama para fazer outra coisa, ir a outro lugar. Se não fossem as mulheres estaríamos até hoje comparando nossos tacapes".


Maitê (sobre como o homem lida com essa nova mulher) : "O homem está sendo enganado, ele sai com uma mulher que coloca um peito perfeito, uma panturrilha perfeita, que tem um carro - às vezes melhor que o importado dele que ele tem que colocar embaixo das pernas -, um rosto sem rugas, um cabelo liso que não existe igual, uma mulher que está sempre bem, que não se importa de viver sozinha (chega em casa a gente chora, né? Mas essa parte a gente não mostra pra ninguém). Uma mulher que não menstrua, sim porque agora com um adesivo na pele e a gente pode se livrar da menstruação, da TPM, enfim, de tudo que nos torna mulheres. Então esse homem sai com essa mulher para quê? Ela não precisa mais dele. Antes o homem era mais viril porque a mulher precisava e ele gostava da mulher em suas imperfeições porque ele podia ser imperfeito também".

Jorge Forbes: "E as mulheres de hoje como ficam?"

Maitê: "Uai, esse tanto de homem assustado (risos)"

Um outro ponto interessante foi quando Forbes disse que enquanto Freud coloca a mulher com inveja do fálico do homem, de poder urinar em pé e da força que o homem tem, do poder que um pênis dá. Há outro escritor e psicanalista Lacan, que avalia o homem com ciúmes do orgasmo feminino, que é mais completo e dura mais...



Faxineira ponto G




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Responsabilidade


Para refletir:


"Eu sou responsável pelos meus próprios sentimentos, emoções e personalidade. Também sou responsável pela situação em que me encontro. Ter responsabilidade completa não dá a sensação de escravidão, mas sim de liberação. Significa que não sou dependente das coisas externas ou controlado por elas. Significa, por exemplo, que não dependo de alguém para me trazer flores, me servir uma xícara de chá, ou até mesmo para me fazer feliz. Mais do que isso, eu sei quem sou e eu sou feliz"


(Bk Jayanti)
Faxineira .(ponto) G

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Determinação


"Para tornar alguma coisa forte, ela definitivamente tem de ser presa bem firme em todos os quatro cantos. Você tem o pensamento, você tem o entusiasmo e você também tem a meta. Mas enquanto prosseguindo existe um canto que fica frouxo. Esse canto é a determinação. Você pode ter que se curvar, você pode ter que se moldar na vida, você pode ter que tolerar, você pode ter que ouvir, mas você nunca pode abandonar o seu pensamento. Isto é chamado de determinação"

Brahma Kumaris

Engraçado, mas hoje, antes de vir para a produtora, eu estava pensando justamente nisso: na determinação. Fiz uma oração no carro e tal - tenho feito muito isso ultimamente, em vez de ouvir o rádio, o Compadre Pimenta, eu tenho feito uma oração silenciosa - e em vez de rezar pelos amigos e família, como faço sempre, rezei por mim mesma.

Dias atrás eu quis colocar um brinco a mais na orelha, há anos estou com isso na cabeça, essa vontade. Advinha? Estou com brinquinhos a mais....Na verdade, a gente tem que olhar mais para a gente. Respeitar nossos pensamentos e nossos limites. E no fim, como na mensagem acima, nem que tenhamos que nos curvar, esperar dez anos, mudar, ceder diante das intempéries da vida, que mantenhamos o nosso pensamento.

Já reparou que às vezes a gente cede para todo mundo e, quando percebemos, estamos fazendo o que os outros querem...E o que queremos? Olhar para si mesmo é complicado...achar essa resposta então, putz!

Faxineira .G

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