Canção dos homens


Esse vai, principalmente, para os homens que são leitores desse espaço...


Hoje lendo alguns jornais, blogs, leituras por ai, bati os olhos nesse texto da Lya Luft... Gosto muito do trabalho dessa escritora e , esse texto traz uma reflexão sobre o quanto nós, mulheres, que, as vezes, já fomos (e ainda somos) tão injustiçadas pela nossa cultura, também algumas vezes somos injustas com os homens.


Segue abaixo alguns trechos do texto. É sempre bom para para pensar, ver/ouvir o outro lado, ainda mais quando quem expressa o que ele sente é uma escritora como Lya Luft.




CANÇÃO DOS HOMENS




Que quando chego do trabalho ela largue por um instante o que estiver
fazendo – filho, panela ou computador – e venha me dar um beijo como os de
antigamente.Que quando nos sentarmos à mesa para jantar ela não desfie a
ladainha dos seus dissabores domésticos. E se for uma profissional, que divida
comigo o tempo de comentarmos nosso dia.
(...)

Que ela não me humilhe porque estou ficando calvo ou barrigudo, nem comente
nossa intimidade com as amigas, como tantas mulheres fazem.Que quando conto uma
piada para ela ou na frente de outros, ela não faça um gesto de enfado dizendo
“Essa você já contou umas mil vezes!”

Que ela consiga perceber quando estou preocupado com trabalho, e seja
realmente carinhosa, sem me pressionar para relatar tudo, nem suspeitar de que
já não gosto dela. Que quando preciso ficar um pouco quieto ela não insista o
tempo todo para que eu fale ou a escute, como se silêncio fosse sinal de falta
de amor.
(...)

Que com ela eu também possa ter momentos de fraqueza e de ternura, me
desarmar, me desnudar de alma, sem medo de ser criticado ou censurado: que ela
seja minha parceira, não minha dependente nem meu juiz.

Que cuide um pouco de mim como minha mulher, mas não como se eu fosse uma
criança tola e ela a mãe onipotente; que não me transforme em filho. Que mesmo
com o tempo, os trabalhos, os sofrimentos e o peso do cotidiano, ela não perca o
jeito terno e divertido que tanto me encantou quando a vi pela primeira
vez.
(...)

E que se erro, falho, esqueço, me distancio, me fecho demais, ou a machuco
consciente ou inconscientemente, ela saiba me chamar de volta com aquela ternura
que só nela eu descobri, e desejei que não se perdesse nunca, mas me contagiasse
e me tornasse mais feliz, menos solitário, e muito mais humano.


Postado por faxineira Lady D.

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Banheiro feminino: teste de equilíbrio

Ahhh, a modernidade. Um brinde a tudo que é moderno. Coisas simples do cotidiano se tornaram absolutamente inovadoras e chegaram até, ainda bem, aos banheiros, toiletes, WCs da vida.
Alguns exemplos vanguardistas no banheiro estão no nosso dia-a-dia. Um deles é o assento de papel, feito para salvaguardar mulheres e homens que querem pôr o traseiro (leia-se: popô, bunda, bumbum) no vaso sanitário dividido por milhares de pessoas. Em um bar, eu fico segurando até o último segundo para não ir ao banheiro. Mulher em banheiro público sofre, é preciso malabarismos circenses para se equilibrar e conseguir urinar. Às vezes, seguro tanto, que evito até uma risada mais ousada. Depois de uma boa gargalhada é inevitável uma lágrima escorrer de um outro ponto do corpo.

Os assentos de papel (e de plástico - é... têm uns de plástico que giram no vaso) são muito bons. Uma invenção moderna e simples, igual aos sachês de maionese, catchup e mostarda. Para mim, ir a um WC com assentos é maravilhoso. Outra modernidade está em alguns banheiros orientais. Em Xangai, no aeroporto chinês, a descarga é automática à suspensão do popô. É de levar um susto quando - de repente - antes mesmo de se limpar, a descarga dispara! Mas ainda penso ser o assento mais importante para um banheiro feminino.
Primeiro, porque é impossível se equilibrar por 10 minutos em cima de suas próprias pernas e ainda ter que controlar o jato de xixi. Quando não estou muito disposta, entro naqueles toiletes reservados para deficientes físicos, pois neles há sempre uma barra de ferro na qual a gente pode se segurar e se manter na posição semiagachada sobre o sanitário. Pelo menos uns 100 neurônios devem funcionar, e uns 50 músculos, enquanto uma mulher usa o banheiro público.

Repare:
1) ela segura o peso do corpo sobre as pernas;
2) se estiver de saia, uma das mãos tem que segurá-la e evitar respingos; do contrário, segura a calcinha para evitar que a mesma encoste em qualquer parte do banheiro (argh!);
3) com a outra mão, a mulher procura desesperadamente uma parede para escorar e evitar que o jato atinja a saia a calça ou os pés (ufa!);
4) por fim, mentalmente, a mulher controla o jato de xixi, se for muito leve ela passará pelo menos 30 minutos na posição que é super desconfortável, se for muito forte, ela possivelmente sairá do banheiro como se estivesse sentado em um suco de limão, o ideal é a moderação, oscilar entre forte e fraco.
Não sei como funciona com outras mulheres, mas para mim a depilação interfere diretamente no direcionamento do jato. Para um melhor desempenho em banheiros públicos, sem sujeiras, o melhor é manter "ao natural".
Quero sugerir aos cientistas especializados em banheiros que uma cadeira suspensa seja testada para facilitar a vida das mulheres em banheiros públicos. Na China, em Dubai, na Coréia e também em várias partes desse imenso Brasilzão, há banheiros com um buraco no chão. Assim a mulher apenas se agacha e não precisa se equilibrar. O visual do banheiro não é lá essas coisas, mas as nossas pernas agradecem!

Outra solução, eu li no blog Marketrix. Segundo o blog foi criado o P-Mates, um dispositivo biodegradável que nos permite realizar essa tarefa como os homens, de pé. A invenção é do Canadá. Em alguns bares locais, as placas dos banheiros masculino e feminino foram invertidas. Assim, ao entrar no toilete, a mulher se depararia com o famoso mictório masculino.

Placas de sinalização foram colocadas no chão e nas paredes, acima do mictório, onde também havia amostras do produto. Agora me diz, como é que seria isso?

As fotos são dos sites: Marketrix, Picasa (Gabriela), Cidão entre outros


Faxineira ponto G

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Os temores (ridículos) dos vinte e poucos anos

Quando a gente tem vinte anos, algumas coisas são boas, outras, nem tanto. Conversando com uma amiga no msn (grande fonte inspiradora de posts), ela disse que toda vez que tem a felicidade de ter sexo em quantidade, se lembra de mim. Fiquei lisonjeada até ela me contar porquê.


Namorei com um cara à distância aos meus vinte anos, e o via muito pouco. Conheci-o quando fui passar férias na casa da minha avó e só o dava para encontrá-lo nas férias quando ia para BH com a minha família, porque, como estudantes, não tinha grana para bancar estas viagens. Como o tempo para ficarmos juntos era muito curto, eu aproveitava o máximo. A mãe e o irmão, que moravam com ele, passavam o dia fora, porque trabalhavam num hospital. Ele, que trabalhava com programação, ficava em casa mesmo. Então, nos trancávamos no apartamento. E é aí que minha amiga se lembra de mim... porque eu só descia pra comprar camisinha. Na mesma farmácia que minha tia frequentava. Ficava morrendo de medo do pessoal da farmácia me reconhecer ou do que iam pensar de mim, comprando aquele tanto de camisinha.

Coisas dos vinte e poucos anos. Hoje, se entrar na farmácia para comprar um monte de camisinhas, entro toda orgulhosa e faceira. Não é todo mundo que pode se orgulhar de ter com quem gastar tanta camisinha!

Já não tenho medo de ir comprar anticoncepcional, nem de me aplicarem o injetável na bunda. Compro pomada ginecológica na boa. Ah, como é bom ter trinta...

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E por falar em pesquisa...

Uma pesquisa feita pela Universidade de Nottingham Trent apontou que as loiras de cabelo tingido não só chamam mais a atenção dos homens, como também vão mais vezes para a cama com eles, do que aquelas que tem o cabelo natural. De acordo com o estudo, as loiras "wannabe" também são mais confiantes que aquelas naturais.


E acreditem! a pesquisa ainda aponta que se você for a um karaokê, verá mais loiras tingidas dançando e cantando do que morenas ou loiras naturais (fala sério, né não?).
A desinibição, ao que parece, faz com que elas também dêem o primeiro passo na hora da conquista - e nas outras horas também. Entre as 205 mulheres entrevistadas - dos 25 aos 66 anos -, mais de 50% disseram ter colorido o cabelo para chamar a atenção e ser notada.

Faxineira Lady D.

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Hoje é sexta, amanhã é sábado. E sábado é dia de faxina! E agora, o que já era sabido pelo empirismo e cultura popular, tem reforço científico. Está publicado no site Bolsa de Mulher que um grupo de pesquisadores da University College, em Londres, descobriu que fazer faxina por pelo menos 20 minutos por semana pode reduzir o estresse. O objetivo da pesquisa era listar quais atividades físicas traziam mais benefícios para a saúde mental e quantificar o tempo necessário para que os exercícios tivessem impacto psicológico.



Sabe aquela história: fulana está estressada! "Ah manda ela ir lá em casa lavar uma trouxa de roupas". Sempre brincamos em rodas de amigas que faxinar resolve um monte de problemas. Mas agora a ciência comprovou!


Hoje minha faxineira faltou! Amanhã terei de exercitar o antiestresse sozinha. Pelo menos é possível faxinar com bom humor.

Faxineira ponto G



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Miss Lexotan




Para rirmos um pouco, porque sabemos da existência de pelo menos umas 10 miss lexotans no mundo e que às vezes a gente também é meio "Miss Lexotan"



Música: Ira!

O nome dela é:Miss Lexotan 6mg Garota
O nome dela é:Miss Lexotan 6mg Garota

Ela não consegue relaxar
ela não consegue nem ao menos dormir
ela é tensa só porque seu amor não vive
em São Paulo nem Porto Alegre, em lugar nenhum


Ela tem andado meio frígida
tem se preocupado com as coisas do coração
ela teme intensamente que jamais
conheça um carinha que vai comê-la estando apaixonado


O nome dela é:Miss Lexotan 6mg Garota
Lembrei o nome:Miss Lexotan 6mg Garota
Ela era atriz no underground

hoje ela posa de modelo fotográfico
é frequentadora assídua do templo
Hare Krishnamas mesmo assim ela não fica leve
E quando o sol finalmente raiar e ela então ferrar
E quando o sol finalmente raiar e ela desmaiar

Tudo ficará positivamente mórbido...O nome dela é:ta ta ta ta ta
Miss Lexotanta ta ta ta ta Miss Lexotan Garota

Ela era atriz no underground
hoje ela posa de modelo fotográfico
é frequentadora assídua do templo Hare Krishnamas mesmo assim ela não fica leve
mas mesmo assim ela não fica leve

Miss Lexotan 6 miligramas.

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Ainda sobre o Café Filosófico do último domingo, 21, exibido na TV Cultura. Em um dado momento, Maitê Proença - que estava impressionantemente articulada - disse algo que me comoveu.

Sobre as diversas máscaras que usamos para nos proteger ou seduzir as outras pessoas, para que possamos ser queridos pelos outros (a exemplo do que postou aqui a Faxineira Marinha do Brasil), ela usa o exemplo do povo simples da roça. Quando uma pessoa por nós chamada de "caipira" - pira pora, Nossa Senhora de Aparecida - não tem mais o que dizer sobre algo, ela se cala.

No vocabulário de quem é sertanejo cabem um "boa noite", um "bom dia", "estou com sono", "estou com frio", "estou com fome" - como exemplificou Maitê. E, quando não há mais nada a dizer a pessoa simplesmente se cala. Isso me comoveu muito. É preciso aprender o silêncio e se houvesse um local, com fila quilométrica, senha e dias de espera....ainda assim: eu estaria lá. Me incluo no roll de pessoas que não conseguem treinar o silêncio.

Lembro-me de férias que passei na casa do meu avô, na fazenda. Eram 21h. O único barulho que se ouvia era a televisão ligada. Eu estava feliz em ver TV na fazenda. Como quem dá uma ordem, meu avô disse: _É hora de dormir. Desligou a TV. E eu fui obrigada a ouvir e perceber o silêncio - e a lidar com ele. Foi assustador no começo. Ainda tentei pegar o celular para dar umas ligadas, mas não tinha muito sinal. Então fui para a varanda e esperei. Todos na casa haviam se recolhido, como de costume, às nove horas da noite. Tudo corria normalmente, exceto dentro de mim.

Sem filosofia piegas de livros de frases feitas, nem rima de música de Zeca Baleiro, mas quando Maitê me colocou diante da TV com a simplicidade do silêncio - o silêncio puro e simples, sem ser usado como arma de punição, nem como escolta, nem como máscara. O simples aceitar de que não se sabe o que dizer e ponto, algo dentro de mim se calou.
Faxineira ponto G

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Só pra descontrair...


Postado por faxineira Lady D.

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MEDO DE PSICANALISTA


No gancho da ponto G...


Também assisti o café literário com a Maitê neste domingo 21 de setembro. Muito interessante. Mas além da fala sobre a mulher, o que mais me chamou a atenção foi quando Maitê tratou das várias capas que nós nos cobrimos. E tentei imaginar em mim essas capas. A gente permite muito isso.

Colocamos caras, bocas, sentimentos em nós mesmos sem querer nos mostrarmos de verdade. Se bem que se nos mostrássemos de verdade entraríamos em conflito com outras pessoas. Caos total, ou de repente não. Nunca se sabe.

Também fiquei com um pouco de medo pela Maitê. Ela estava conversando com um psicanalista. Demonstrar o seu pensamento para ele foi meio teatral no início, mas senti que ela logo se libertou das tantas capas que a vida ajudou colocar em si própria. Fiquei com medo por que ele estava analisando ela. Sei que estava! Eu estava...!

Então pensei: E se fosse eu falando com um psicanalista?

Às vezes me sinto tão normal. Tão racional que sinto medo disso tudo ser uma loucura, sei lá, se sou uma louca sem ter loucuras. Já parei pra pensar nisso sabia???

Melhor um louco com loucuras expostas do que uma louca com loucuras na alma!!!

Pois bem, tenho medo de procurar um psicanalista pra falar sobre isso, medo de encontrar minha verdadeira capa. Tá tão bom debaixo das tantas que me vesti. Não que eu queira enganar pessoas, não é esse o objetivo. Quero ser eu sempre, mas a gente cria capas e pronto.

Algumas amigas já me falaram que é bom. Que você percebe alguns erros em você e tenta corrigi-los, mas e se isso me confundir mais ainda?

E esse negócio de entender a mente é muito perigoso.

E de mexer com ela também. Tenho medo de usar drogas e não conseguir voltar ao normal. Lança perfume nem pensar!

O álcool ainda vai, que já experimentei e sei que volto ao normal, a leitura funde, mas volta ao normal, o sono relaxa, mas depois volta ao normal...

Mas tenho medo de um psicanalista por que ele pode conhecer muito mais de mim mesma do que eu. Isso é por que eu não quero me mostrar. E se eu não quero me mostrar, já criei tantas capas, por que então eu iria num psicanalista?

Pra me descobrir e depois usar capas novamente?

Tenho medo de psicanalista. Acredito que eu preciso ir num primeiro pra me sarar de ter medo, pra depois eu criar coragem de ir em outro para eu me conhecer melhor. Quem sabe eu vá qualquer dia desses.



Faxineira: Marinha do Brasil

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Lady - ser ou não ser - eis a questão.

Meu apelido nesse blog começa como Lady, mas isso na verdade é uma coisa que o meu jeito Bridgett Jones nunca me deixou muito ser. E não é por falta de conhecimento não. minhas aulas de etiqueta no colégio de freiras me garantiu toda a teoria, quando preciso mesmoe me concentro posso até segurar a fantasia por algum tempo mas, o meu jeito desastrada é que não colabora muito as vezes.


Acho até muito legal essas mulheres comportadas, que falam baixo que riem baixo, que andam pela terra como se estivessem flutuando... Essa semana lendo alguns textos consegui ter o guia da Lady em minhas mãos e resolvi compartilhar com vc's... ladies e não-ladies...


A primeira dica é da Patricia Oyama ( que deve ser uma mega Lady)

  1. Guarde segredo - Humm...essa é fácil mas pode confundir, então é sempre melhor avisar. Estilo: - Olha não vai contar pra ninguém, hein.

  2. Aposte na bolsa - Fina de preferencia (rs) não vai colocar uma capanga e se achar uma lady.

  3. Use os homens – Porque uma verdadeira lady com aquele jeitinho sempre consegue o que quer - Um lobo em pele de ovelha.

  4. Ande na linha – Essa é ótima e dificil. Ela fala que uma Lady tem que andar sempre olhando pra frente em linha reta. Vai fazer isso em uma rua movimentada de uma cidade grande? eles te derrubam.. ou num dia daqueles ferrenhos de trabalho... sei não.

  5. Não banque a vovozinha - Ela diz que não precisa se vestir recatada, nem usar decote... mas não quer dizer que vc não possa ser interessante.

  6. Passar msgs correntes pela internet – Essa eu adorei - detesto aquelas correntes. Afinal, quem gosta daquilo?

  7. Fumar nem beber em pista de dança – Funar é fácil.. mas e essa de não beber? uai... beba com classe..kkkkk

  8. Incorpore a Vereadora – Ela diz que a Lady tem que cumprimentar todo mundo desde o porteiro até o faxineiro. Nisso eu sou até bastante Lady . Mas nao esqueçam se a Lady resolve fazer isso só pq ta escrito fica ridículo pq é falso não Lady.

  9. Espante a preguiça – Ela diz que Lady tem que ter cabelo brilhante, lindo e solto. Só faltou ela falar que Lady tem que ter cabelo Louro e liso...Pelo amor de Deus, dá pra ter o cabelo arrumadinho sem entrar na ditadura do liso chapado. Eu por exemplo acho um belo coque charmozissimo...Não acham?

Seguindo o guia da Lady ainda achei algumas coisinhas bem legais por ai...

Uma Lady pode ir ao banheiro ? Pode desde que seja para fazer o nº 1, Nada que saia de uma Lady pode cheirar mal.

Uma Lady pode chamar o garçom? Não, nunca. Mesmo que a Lady esteja sozinha numa mesa ela jamais pode chamar o garçom. Se estiver sozinha ela deve delicadamente pedir para alguém da mesa do lado para chamar pelo garçom (pode até pedir para uma não Lady, mas ela nunca.


Uma Lady pode dançar o Créu? Jaaaaaaammmmmmmaaaaaissssssss. Nossa só uma não-Lady como eu poderia pensar numa atrocidade dessas.

Uma Lady pode chamar "aquele carinha interessante" pra sair? Entendo que não. Ladies legítimas são chamadas para sair e não o contrário. Caso não tenham nada pra fazer devem ficar em casa lendo revistas de moda e o Livro da Glorinha Kalil. Resumindo Lady é caseira.

Uma Lady pode usar biquíni? Essa pergunta é interessante. Acho que sim, mas desde que tudo esteja tampado. Uma Lady não pode mostrar a bunda, porém se o cabelo da Lady estiver impecável ela pode até arriscar um bíquini G.

Uma Lady pode pegar ônibus? Desde que seja o ônibinhos do aeroporto pra te levar ao avião ou se ela for política e estiver em campanha.

Uma Lady pode engordar? Não, claro que não. Ladies tem controle absoluto sobre tudo o que passa e o que entra por elas ou nelas, inclusive sua alimentação.

Uma Lady arrota? Não. Definitivamente, não. O máximo que uma Lady faz é dar um único soluço, que os outros podem até achar que é um arroto mas não é. É somente um mono-soluço.

Definitivamente ser Lady nos dias de hoje é quase impossivel... pelo menos 80%das minhas amigas e mulheres modernas que conheço por ai, inclusive eu, nõa se encaixariam em muitas dessas dicas ou, realmente, preferem se divertir estando nem aí pro que uma lady poderia ser.





Faxineira Lady D.

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