Você conhece as partes rosas do seu corpo?

A maioria das mulheres não. Ou pelo menos conhece apenas superficialmente. Um novo estudo do Centro de saúde sexual da Universidade de Indiana nos Estados Unidos apontou que somente 26% das mulheres olham a sua vagina de perto. Isso mesmo, poucas mulheres pegam um espelhinho e dão uma olhada lá embaixo. Os homens são bem mais curiosos com essa área, conversam com os amigos, comparam.. etc.


No entanto especialistas afirmam que ter mais intimidades com a nossa área genital pode nos garantir melhor saúde e desempenho sexual. Por isso coloquei ai embaixo alguns trechos e dicas retiradas de uma matéria publicada  essa semana na versão americana da revista Women's Health, sobre este assunto.

Diga Olá a sua vagina!

Falamos dos meninos, mas é claro que para nós é bem mais complicado olhar intimamente para a nossa vagina. O órgão masculino tá ali do lado de fora todo exibido, já a nossa estrutura é interna,  resguardada, uma caixinha de surpresas. No entanto, isso não é desculpa para que não façamos uma visita a ela de vez em quando. Especialistas dão as dicas:
  • Quanto mais você olhar e se sentir proprietária da sua vagina, mas fácil e até prazeroso será observá-la.  Pra se ter uma idéia, um estudo publicado em um jornal internacional sobre saúde sexual apontou que as muulheres que tem um visão positiva da vaginas delas, se sentem mais confortáveis com o seu corpo e, consequentemente, são mais aptas a ter orgasmos e a experimentar sensações diferentes na cama.

  • “Aprender a tocar a vagina é maravilhoso, mas começar a olhar pra ela já é um começo”, afirma a Doutora Debby Herbennick – pesquisadora da Universidade de Indiana e autora do livro “Because it feels good”. Segundo ela, pesquisas demonstram que vendo sinais de sexo a mulher se sente mais excitada e lubrificada.

Iniciando a Visita

Para começar, vamos derrubar um dos maiores equívocos sobre a vagina. Ela não é toda a área genital feminina. Se olhe pelada em frente a um espelho e você estará olhando a sua vulva – a parte exterior de suas partes íntimas – que era coberta por pelos, antes de inventarem a gilete ou a cera de depilação.

Agora, pense em sua vagina como um elenco premiado: Você tem seus atores coadjuvantes ( a vulva) e estrelas famosas (o clitóris e o ponto G). Cada parte esta lá para entreter as suas necessidades sexuais, mas para conseguir o melhor desempenho de cada um deles, você tem que dar a todos um pouco de amor e atenção. Então tranque a porta do quarto, tire os sapatos e pegue um espelho de mão.

Sem sequer abrir as pernas, você vai ver seu Monte de Vênus e duas dobras de pele chamadas de Grandes Lábios. Ambos contem camadas de tecido gordo que protegem o seu clitóris e a vagina. A percepção de prazer geralmente é fraca nessa área, mas jogos manuais podem ajudar a aumentar essa sensação. Esfregar o monte de Vênus e os lábios exteriores preparam o clitóris para estimulação”, garante Herbenick.

Agora, se você for além dos grandes lábios, você vai ver um fino par de pequenos lábios – um local carregado de vasos sanguíneos, terminações nervosas e glândulas secretoras, que ajudam seus lábios a se prepararem para a penetração.

Mas isso não e tudo o que existe antes de chegar as suas regiões mais profundas. Se você separar bem os pequenos lábios, vai encontrar as glândulas de Bartholin. Elas estão em cada lado da sua abertura vaginal, mas saiba que elas  são microscópicas e não podem ser vistas a olho nú, então você não vai realmente encontrá-las... De qualquer forma, saiba que elas estão lá e são responsáveis por lubrificar o seu canal vaginal quando você se excita.



Bem Vinda ao Centro do Prazer


Aqui é onde o clitóris aparece. Rosado, ele tem, mais ou menos, o tamanho de um lápis e existe apenas para o seu prazer sexual. Esse “danado” tem cerca de 8 mil terminações nervosas – na verdade é o pedacinho do seu corpo com o maior número delas. E uma curiosidade: Ele tem o dobro da quantidade terminações nervosas encontradas na glânde do pênis de um homem.


Claro, que esse número faz com que esse “danado do Clitóris” seja um louco sensível, mas você já sabia disso. O que voce não sabia é que ele tem pernas. Literalmente. “Vemos apenas a cabeça do clitóris", diz a especialista, que explica, que o clitóris tem um corpo em forma de forquilha, com duas pernas (chamadas crura) que atingem três centímetros dentro da vagina, sob o monte de Vênus e em linha reta no ponto G. Isto dá ao clitóris um alcance e profundidade sexual incrível.


Sabendo disso, a melhor maneira de fazer o clitóris feliz é através de direta, consistente e suave estimulação oral ou manual. Mas ele também é bastante sensível à posição em que a mulher fica por cima do parceiro. Nesse alinhamento, a mulher pode realizar movimentos que estimulam melhor o clitóris - É que nesta posição, o atrito é maior.

Aprofundando ainda mais

Encontramos, o Ponto - uma área esponjosa do tamanho de uma moeda -  localizada a uma ou duas polegadas na parede anterior da vagina, sob o monte de Vênus. É... você tem que sentir para acreditar!

Ele Tem estrias irregulares, semelhantes a uma noz, e exige uma abordagem diferente: É que o Ponto G tem um tipo de tecido que obriga você a utilizar mais pressão e e firmeza para estimula-lo. Primeiro que você tem que já estar bem excitada para encontra-lo. Isso porque o tecido só inchar e se mostra depois que você já realizou preliminares adequadas.

Mesmo estimulado, o Ponto G exige uma abordagem de confronto. Você pode bater nele se o seu parceiro entrar lá por trás, mas a melhor aposta é que ele o encontre usando a língua ou os dedos. 


Mas se você ainda nao teve um orgasmo tipo Ponto G, não se estresse: Muitas vezes os orgasmos originados no clitóris são mais intensos e agudos do que os do Ponto G que proporciona orgasmos com características de expansividade e profundidade. "Muitas mulheres dizem que o ponto G aumenta seu orgasmo", diz a especialista. Segundo ela, ele não age isolado e é por isso que a maioria dos vibradores vêm com um estimulador clitoriano e um estimulador do ponto G. Eles trabalham em conjunto para criar o que é comumente referido como um orgasmo misturado. 


Mas, afinal, não importa de onde o orgasmo está vindo - no final do dia, um orgasmo é um orgasmo. E todos eles vão fazer você se sentir incrivel!

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Olímpia e o amor*




Olímpia não pensava muito no próprio destino. Seguia a vida como se o dia de hoje fosse acabar amanhã e não tecia para si mais do que um ou dois planos para o que tinha que fazer no dia seguinte. Ir ao supermercado, pagar as contas, fazer o relatório do trabalho. Podia dizer que se sobrevivia na vida, era por sorte, não por planejamento. Mas podia se vangloriar de que vivia intensamente cada instante e agradecia a Deus ou deuses ou destino ou sorte ou o que quer que seja que trazia para ela pequenos prêmios.

O último destes presentes ela encontrou num café, entre um expediente e outro do trabalho, num almoço apressado. Ele ofereceu a única cadeira vazia do lugar. Ela aceitou e ali mesmo perdeu seu coração e começou a se preocupar com o tinha pela frente. Começou a contar os dias de trabalho, as horas de solidão e os minutos que faltavam para se encontrar com ele mais uma vez.

Voltava ao café todos os dias, sentava na mesma mesa e encontrava com os olhos o rapaz de cabelos desarrumados e óculos tortos. Sentavam juntos, falavam muito, comiam pouco. Somente durante os dias da semana. Em sua inocência, este tempo bastava.

Mas aos poucos, Olímpia encontrava motivos para planejar mais que o amanhã. Nela, cresceu um desejo maior que ela mesma, uma necessidade que vinha de outro lado que não só o de dentro. Olímpia queria agradar o outro, aconchegar o outro e guardar para sempre a sensação que tinha todos os dias naquele café. Queria levar para casa, queria ampliar para a vida, queria planos, queria filhos.

De repente, sua percepção mudou. Ela, que não conhecia raiva, passou a odiar os fins de semana sozinha, trancada no apartamento com o gato, sua coleção de livros e discos de vinil que ainda tocava na velha radiola herdada da avó. Ela, que não conhecia angústia, passou a ansiar pelo meio-dia, pelos minutos mágicos em que deixava de ser sozinha para ser dois e de dois ser mais que um mundo todo de sentimentos.  Ela, que de expectativa só conhecia a palavra, passou a esperar que o outro correspondesse e desejasse e amasse da mesma forma que ela. Ela, não pouco sabia da inveja, queria ter para si só aquela pessoa.
Para Olímpia, como para muitos de nós, encontro com o amor não foi feliz.

*Crônica publicada no Jornal do Tocantins, no caderno Arte e Vida do dia 09/02/2012.

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A transição entre o amor romântico e o amor autônomo*




Eu gostaria de estar presente no mundo daqui duas ou três gerações. Gostaria de ver, com o distanciamento necessário para uma boa avaliação, a época de transformação que vivemos. Não digo exatamente em tecnologia, mas nas relações sociais, mais especificamente, nas relações entre homens e mulheres.

Costumo dizer que estamos no olho do furacão, em plena fase de transição de uma modificação de padrões e valores no que diz respeito ao que é a condição feminina e masculina. Não é novidade e nem é ideia minha, especialistas como o falecido psiquiatra José Angelo Gaiarça e a sexóloga Regina Navarro já falam disto há anos. Mas o fato é que esta transição tem afetado diretamente os relacionamentos, onde homens e mulheres se perdem entre as convenções culturais e a liberdade latente de escolhas que os novos meios de comunicação e a difusão de culturas nos colocam à disposição.

Primeira barreira a ser rompida está no encontro da autonomia pessoal, da quebra do paradigma do amor romântico, em que nossa felicidade está ligada única e exclusivamente ao encontro do outro, ao nosso complementar, à alma gêmea. Nossa cultura ainda insiste, através da propaganda, do cinema e da literatura, a pregar que o ser humano só será completo junto com o outro. Não sou contra este encontro, o que mais me assombra é o vínculo de que desta relação, geralmente submissa, onde se abre mão de sonhos e características pessoais em prol de uma ilusão de "amor perfeito".

Cada vez mais os limites do que é feminino e masculino se tornam mais tênues e mais depressa começamos a ver que homens e mulheres podem ser ao mesmo tempo fortes e fracos, independentes e dependentes, amáveis e brutos, independente do sexo em que nasceram e do que a cultura os impôs, sendo cada dia melhor descritos apenas como humanos.

Há dois anos, escrevi para um blog, como colaboradora, sobre o nascimento da mulher má e do homem cafajeste, frutos de uma cultura em que de um relacionamento desfeito tudo o que pode sobrar é mágoa e rancor. Não se encaixar no que ditam as comédias românticas água com açúcar gera uma desilusão (veja desILUSÃO - algo fictício) tão grande que, ao terminar um relacionamento, o que sobra a homens e mulheres é descontar no próximo relacionamento toda esta frustração, tomados de uma amargura vingativa, ao invés de simplesmente aprender, como acontece em todas as outras áreas de nossas vidas.

Uma amiga uma vez me disse que gostaria que sua vida amorosa fosse tão simples como a sua vida profissional. Mas nem ela se dava conta que não queria isto, pois na carreira, é objetiva, tem dimensão do que quer, de suas habilidades e, caso fosse demitida, não gerava expectativas vãs, se aperfeiçoa e voltava ao mercado de trabalho, fortalecida. Enquanto num relacionamento, gerava uma expectativa de comédia romântica, onde tudo é aventura e fantasia, onde o homem certo chegará para resgatá-la de uma vida tediosa e solitária. Jogamos sobre o outro toda responsabilidade de tornar nossas vidas mais coloridas e interessantes, enquanto não fazemos isto por nós mesmos.

Passados os dois anos que escrevi o post, fui relê-lo. Lá eu dizia que, depois de um relacionamento caótico, poderia surgir uma mulher má ou uma mulher mais madura. O que diferencia a mulher que cresceu da mulher má é que uma continua tendo fé na humanidade, enquanto a outra, propositalmente, acha que o mundo, ou melhor, os homens, são todos maus. Elas querem ser cínicas. Elas acreditam, com fé, que os homens merecem ser maltratados. Estas mulheres estão dispostas a torear, a entrar no ciclo da competição, da guerra dos sexos.

Agora, a mulher que cresceu, aprendeu. Não só sobre relacionamentos, mas sobre si mesma. Do que é capaz, do que gosta, do que não gosta. Não acredito que isto seja se tornar mais "fria", "menos feminina". Acho que isto é se tornar mais consciente.

Quero continuar tendo fé na humanidade e acreditar, sempre, que se existem mulheres que cresceram, existem homens que também estão preocupados em ter relacionamentos melhores. Na época do post, escrevi que tinha desistido de torear. Que agora, queria andar junto. Hoje, depois de mais vivência, mais relacionamentos, literatura e autoconhecimento, digo mais: quero andar junto de mim mesma, amar como mais um aspecto interessante de minha vida, mas não como se do amor romântico dependesse minha felicidade.

*Artigo publicado na coluna “Tendências e Idéias” do Jornal do Tocantins de 10 de março de 2012.

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DICA de beleza: Penteados...

Sabe aqueles dias em que você não sabe o que fazer com o seu cabelo? Achei um vídeo bem legal na net e resolvi compartilhar por aqui.  São 10 penteados simples e rápidos que podem ser uma "mão na roda" para quando você não está com muito tempo ou sem muita imaginação para arrumar a cabeleira, ou para estes dias de chuva em Palmas.


E o melhor serve para todos os tipos de cabelo: curtos, compridos, enrolados, lisinhos...






Segue o vídeo da Sash aí embaixo...





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Doce doce amor!

Sabe aquela história que semên tem gosto de água sanitária, cheiro de pé de pequi... bem esses dias podem estar contados. É que pesquisadores alemães conseguiram desenvolver uma dieta capaz de deixar o semên humano com um sabor adocicado. 

O estudo foi publicado na revista Nature e apresenta uma íntima correlação entre o consumo de frutose e a ampliação da dimensão palatável do sêmen humano.

Intitulado “Meine Samenzellen sind Süßigkeit als Schokolade”, o estudo foi realizado com 400 homens de Berlim e alcançou média de 83,4% nos níveis de palatabilidade.

Lembrando que a frutose é o monossacarídeo predominante em várias frutas, incluindo maçãs, laranjas e melões, a dieta consiste, basicamente, na ampliação do consumo de frutas.

A pesquisa aponta ainda que, cumprindo metas básicas no dia-a-dia, em até uma semana, os resultados já são evidentes. 
 
Segue o roteiro:
Ao acordar: 2 melões
Após o almoço: 4 laranjas
Lanche da tarde: 3 peras
Antes de dormir: 2 Ameixas



P.S.: O Conselho Federal de Medicina do Brasil não recomenda a ampliação do consumo de frutose, no entanto reconhece que de fato a dieta promove a alteração da palatabilidade.


Pelo jeito, "É provar pra ver"…

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Qual é o pente que te penteia?

 




Cresci ouvindo minha mãe dizer: " - Cuida desse cabelo menina, porque o cabelo é a marca feminina de uma mulher. Cabelo tem que tá bonito! Pra mim, como boa leonina, meu cabelo ia além disso:  É a minha juba! me define!

E  a minha juba nunca pegou leve comigo. Assim como eu, foi amadurecendo foi alisado, pintado,
penteado e mudado tantas vezes quanto a minha necessidade de me encontrar e me conhecer. Que mulher, nunca cortou ou mudou radicalmente as cores do cabelo, porque terminou um relacionamento, saiu do emprego antigo ou sentiu que está entrando em uma nova fase?

O pior é que além de toda essa carga pessoal, ainda temos toda a carga social que delimita a beleza a um cabelo liso e chapado. Aí saimos às ruas e lá estão todas iguais: e a impressão que nos passa é que todas as mulheres pensam igual ou tem os mesmo gostos e estilos, ainda bem que parece que estes tempos estão mudando. Um íten que me deixou feliz este ano, foi andar pelas ruas e visualizar mulheres negras assumindo seus lindos cabelos afros... cacheadas, encaracoladas, curtos, longos, coques, chiques, comportados e até um assanhado cheio de estilo. Sim! assanhado por personalidade! por significado.


Na TV, aboliram o corte ombro e liso que o padrão global delimitava.... É bom ligar a tv e ver diversas brasileiras lá: de cabelos longos, crespos, louros, vermelhos, encaracolados... é bom nos identificarmos.


Em algumas culturas, o aspecto dos cabelos assinala diferenças sociais ou profissionais; já em outras, atende a exigências religiosas ou até mesmo a posicionamentos políticos. Como disse anteriormente, além de compor a moldura do  rosto, os cabelos sinalizam formas de encarar a vida e, muitas vezes, importantes mudanças do comportamento pessoal. Cortá-los, penteá-los, pintá-los de acordo com os próprios desejos são maneiras que cada um tem de demarcar sua individualidade.

Afinal, os cabelos também contam o nosso humor, a nossa estima.. Demonstram quando queremos dizer: Ei! não acordei bem hoje, coloco uma faxinha porque não quero nem decidir nada!... ou ... Ei! viu como sou elegante... determinada.. rebelde... podemos ser várias ou apenas uma só.... mas principalmente, aprendemos a respeitar os outros e a nós mesmas!

Em nossa sociedade as pessoas primeiro criticam para depois e bem depois aceitarem as diferenças. Já tive cabelo longo, curto, liso, encaracolado,louro, vermelho, preto azulado.... Mas a cada mudança vinha um enorme desafio: “como vou ser vista pelo mundo?”

Hoje, aos 30 anos, quero que o mundo me veja como ele achar melhor. Para mim, o que mais importa é como eu me vejo, é tentar descobrir e aceitar quem eu sou....e principalmente respeitar a mim mesmo e a individualidade dessa imensidão de cabelos diferentes que dividem comigo esse mundo fantástico que nos abriga.



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Fácil de fazer: Guirlandas de bolas de natal



Vi esta guirlanda em um blog e achei tão bonitas e simples de fazer que resolvi compartilhar.  Para quem ainda não sabe o que usar para a decoração natalina, ou deseja um ítem BB - Bonito e Barato, essa é uma otima opção.

O passo-a-passo ta ali embaixo e é  super simples... e o mais legal é um ítem que permite que você solte sua criatividade: bolas coloridas, com textura, de um mesmo tom... A guirlanda pode combinar com a decoração que você quiser e fica linda!.

Segue abaixo o passo-a-passo que leva apenas:
*1 cabide de arame - ou uma pedaço de arame.
*Bolas de natal
*Uma fita ou laço pronto.

PASSO 1 - Pegue um cabide daqueles de arame molinho...



PASSO 2  - Dobre  o cabide para ficar redondinho e deixe o ganchinho para pendura-la


PASSO 3 -  Separe as bolas e va colocando na sequencia de cores e tamanhos que vc escolher. Se quiser deixar os ganchinhos das bolas mais firmes, passe um pouco de cola quente ou super cola.


PASSO 4 - Depois é só fazer um bonito laço para esconder o ganchinho do cabide...

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GG e os seus incômodos


Já dissemos aqui que tamanho é documento. Sim, de fato é. Não dá pra negar que não nos animamos com instrumentos pequenos demais ou finos demais, os famosos tacos de sinuca - que ficam ali cutucando seu útero, à procura de sabe-se Deus Pai o quê.

Mas os GGs também não são a quinta maravilha do mundo. Tá, é plástico, bonito de se ver...é como uma obra de arte pós-moderna, algo feito de ferros que fica lindo na galeria. Você olha, elogia, tenta entender até tira fotos - e aí? Levaria para casa? Pra pôr onde?. Então, para funcionar bem, é preciso que os GGs saibam usar seus instrumentos musicais: tenham foco e objetivo. Não é de qualquer trombone que sai uma bela melodia.

É preciso habilidade, saber-se GG, reconhecer isso, contudo não fazer dessa informação motivo pra se achar a bala que matou JK. Exemplo: um GG que não saiba usar, inevitavelmente, machucará sua parceira, assim, não tocando em sintonia, desafinam. Mais um exemplo: o GG que pensa que ser GG já basta. É o clássico do: "eis-me aqui, eu e meu GG"; e que deixa todo o trabalho para a sua companheira de banda. A coitada toca trombone, trompete, bumbo e ainda faz solo, apenas porque tem do seu lado um GG que pensa ser isso a melhor coisa do planeta.

É por essas e outras que em enquetes sobre o assunto, a maioria das mulheres diz que não gosta de GG, que incomoda e tal, mas no fundo pode ser que tudo não passe de falta de habilidade ou excesso de soberba do GG em questão. Fica a dica.

Faxineira Ponto G

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Nunca e cedo demais para se apaixonar…

Um amigo me enviou o video ai embaixo. Onde uma garotinha de 4 anos chora porque a familia esta mudando de cidade e ela nao quer se afastar do professor por quem ela e apaixonada.  O video e fofissimo.

Apesar de estranhar uma crianca dessa idade dizer que esta sofrendo ( e de amor); quem nunca teve uma paixao quando ainda era crianca? Eu lembro de algumas, quando eu tinhas uns 10, 11 anos. 

Mas pra falar da nova geracao (aff! me senti um pouco velhar agora). Me lembrei de meu priminho Victor, que ha uns dois anos atras tinhas seus 6 anos, me contar com cara de choro que ele estava triste com a Barbara, uma menina da escola dele.

- “Daida, eu to muito triste com a Barbara. Nunca mais quero ver ela. Ela voltou d
as ferias e terminou comigo porque arrumou um novo namorado”.

Tao cedo pra sofrer de amor. A sorte, e que quando a gente e crianca, curar uma ferida de amor e tao rapida quanto abria-la… passa logo!

E so uma pequena centelha perto das confusoes amorosas que a vida ainda vai colocar no caminho.

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Felizes para sempre?


Um dos meus lugares favoritos aqui em Vancouver (Canadá) e um lago chamado "Lost lagoon" ou lagoa perdida. Um lago lindo quase no centro da cidade, cheio de patos, gansos e cisnes.

Essa semana ao caminhar por la, sempre com um restinho de pão na bolsa (Jogue um pouquinho de farelo e logo dezenas deles estão ao seu redor), tive uma pequena surpresa, eles não me deram muita bola não. E que o divorcio de um casal de cisnes causou o maior bafafá no lugar. Alem da bicharada, chamou a atenção de moradores e pesquisadores.

E que os cisnes são conhecidos por terem o mesmo parceiro a vida inteira. Depois que se juntam, nunca mais se separam. Perfeito casal de historias de amor.

No entanto, depois de passado o inverno, quando os gansos e cisnes retornam para o lago. O macho apareceu com outra e a fêmea sozinha. O velho casal já nem se olhava mais. Os biólogos do parque, onde o lago esta localizado, ainda estão tentando entender o motivo da separação. O fato de o macho ter aparecido com outra chamou ainda mais atenção.

Se eu falasse melhor a língua da patarada, talvez conseguisse acalmá-los um pouco e dizer que no nosso mundinho humano, historias assim já são bem comuns. Que não e motivo para tanta preocupação. Já não e mais ameaça e que logo logo a fêmea se ajeita de novo, ou volta pro macho, ou passa a ser independente... Que o macho talvez seja um cafajeste, ou talvez não.... Que talvez a separação tenha sido amigável.

Enfim, "felizes para sempre" já não existem mais nem no mundo animal.

PS.: desculpem a falta de acentos no texto. Meu teclado eternamente desconfigurado.


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