Respeito é bom e eu gosto


Quando eu era pequena, sempre era dito entre nossas rodas:"respeito é bom e eu gosto"; ou "respeito é bom e conserva os dentes"...

Aurora da minha vida, época em que podíamos dizer que a falta de respeito implicaria em algumas falhas dentárias e muitos reais ( na época cruzeiros) em reformas bucais nos consultórios odontológicos. Hoje não podemos mais cumprir a promessa de dentes quebrados, quando desrespeitadas. Que pena!

Falo aqui do respeito à mulher. Assunto que foi suscitado em meu cérebro moreno, graças à uma revista feminina que vi no salão ontem: nela, o ator Matthew McConaughey contava algo que tinha aprendido com seu pai. Segundo ele, o pai o ensinara a respeitar as mulheres, sob qualquer condição.

A história é mais ou menos assim, um dia seu pai disse que um homem precisava respeitar as mulheres, por isso, se ele estive numa situação de namoro, e se a mulher hesitasse por algum segundo, que ele não fizesse nenhuma pergunta e apenas saisse. Isso demonstraria respeito pela mulher e por ele mesmo, para que, se houvesse alguma possibilidade de ficarem juntos, que isso fosse feito da maneira correta.

Isso tudo me intrigou. Por que muitos homens não conseguem respeitar as mulheres que amam? O exemplo de McConaughey me comoveu. Tinha que falar sobre isso hoje, até mesmo porque essa é uma boa desculpa para colocar uma foto desse gato que é o Matthew. É maravilhoso poder postar uma foto desse ator lindo, talentoso, delicioso, bem sucedido, bom pai e bem casado - é muita perfeição.

Faxineira Ponto G

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Responsabilidade com as palavras



Gente, a opinião algo muito sério. Às vezes esquecemos que aquilo que falamos ou escrevemos pode modificar, induzir ou perturbar muitas pessoas. Por isso temos que ter cuidado com as nossas palavras. Eu sinceramente estou muito preocupada com essa história da não exigência do diploma para o exercício do jornalismo. Vemos tantos profissionais formados, que tiveram noções básicas de ética e de responsabilidade com a comunicação social e que cometerem atrocidades com as informações. São tantas por aí. Deixam de seguir princípios básicos da informação como: ouvir sempre os lados envolvidos na história, investigar incansavelmente os fatos até que não se tenha nenhuma dúvida, ter responsabilidade social sobre a informação principalmente quando se trata de segurança nacional, entre tantas outras que estão sendo esquecidas. Imagina quem não tem essas noções!
Gente! As palavras podem mudar os rumos da história e os rumos de uma sociedade! Por isso há de ser feita com ética, moral e responsabilidade.

Palavras

Mas enfim, entrei nesse papo porque o sábado de faxina é um blog de opinião e é claro que não pretendemos mudar os rumos da sociedade com este blog, kkkk pretensões políticas talvez.....rs, mas sabemos que isso às vezes pode vir a acontecer, por isso temos muitos cuidados.
Confesso que me preocupei dia desses (pasma). É que as faxineiras escrevem sobre suas experiências e sobre as experiências de outras pessoas. Espero que os seguidores do ‘sdf’ percebam que nem somos e nem parecemos ser de fato o que dizem as nossas palavras.
Contamos histórias. Não mentimos neste blog e tudo que escrevemos é de certa forma real, passado ou que ainda tem por vir nas fidas femininas das faxineiras. Pelo menos na minha opinião rs.
À vezes fazemos críticas, às vezes elogio, às vezes são apenas desabafos. Blog é bom por isso. Talvez eu tenha sentido esse medo por muitos dos nossos seguidores conhecerem as faxineiras, mas enfim, as palavras virão do mesmo jeito, sendo minhas, sendo de outras pessoas ou sendo apenas imaginação.

Liberdade de expressão

O bom da vida é poder expressar e como a própria constituição diz todos têm o direito de livre expressão! Não foi nisso que basearam o resultado de não exigência do diploma? Kkkk ai ai...
Depois da censura da informação ...período de adaptação e estudos brasileiros da comunicação...agora a farra do boi da informação...
Ainda bem que cozinhamos bem! Pelo menos não ficaremos sem emprego qualquer dia desses...
É minha opinião...

Viva a liberdade de expressão com responsabilidade!!!!

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Para dirigir bem há que se ter culhões



Fico imaginando a Paris Hilton ou a Sandy dirigindo. Suspiro. Não me vem boa imagem à cabeça. Mulher que dirige bem, para mim, tem que ter culhão. Não de fato um, nem ser travesti ou lésbica e/ou masculinizada. Mas é preciso certa... ousadia masculina, eu diria.

Alguma coisa a ver com muita coragem, enfim, ou algum fator mais próximo biologicamente do perfil masculino, na minha mera, simples e despretenciosa opinião feminina. Homens entram sem dar sinal de alerta, fazem o carro caber numa vaguinha limitada, confiam no seu próprio taco quando estão ao volante. E claro, por isso, matam muito com seus veículos, e batem mais. Segundo o Denatran 71% dos acidentes de carro (2004 e 2007 ) envolviam homens no volante. Só 11% dos acidentes de trânsito registrados no Brasil, no mesmo período, envolveram mulheres motoristas.

Quando penso em Angelina Jolie dirigindo me vem algo bom. Visceral, como ela no filme O procurado. De todo modo, é preciso ser meio firme para dirigir.

Sem machismo, mas com comprovações empíricas - experimentadas por mim mesma - toda vez que passo por uma mulher muito sensível ao volante eu fico com medo. Geralmente, sou fechada por mulheres no trânsito de minha cidade, que nem é tão ruim assim. Tenho problema com homem ao volante quando eles não sinalizam numa entrada ou quando querem, por tudo, entrar num lugar que não os cabe ou não os convém. Alguns homens chegam a ser arrogantes quando estão à frente de carros; outros pensam que realmente luminosos azuis e carros sem escapamento causam alguma excitação nas mulheres, e fazem questão de roncar seus motores. Tenho que dizer, não conheço mulheres que se excitam imediatamente com isso. Do contrário, teríamos orgasmos múltiplos públicos com disputas de carros, e com corridas de Fórmula 1, por exemplo.

Outra coisa que observo é que nós, mulheres, nos assustamos com facilidade. De repente, no meio da direção, gritamos um :"Ui!" Já era, alguma merda foi feita ao volante porque alguma de nós, simplesmente, se assustou.

Eu me assustei umas duas vezes ao volante. A primeira, levou-me à primeira batida. Saia de casa do um ex-namorado, numa tarde de sol a pino, excelente luminosidade, não posso por culpa nisso; eis que, uma árvore à frente de sua casa, era meu único obstáculo, e eu bati: primeiro foi a porta e até hoje não entendo porque, mesmo batendo a lateral, eu não freei o carro. Eu segui, curiosamente como uma zumbi, até que a árvore rasgasse o retrovisor lateral, quebrando o vidro. Foi ai que parei.

Quando voltei-me para dentro da casa do ex e disse: "Eu bati naquela árvore", ele só conseguiu me perguntar: "Pra quê?". Para quê a gente bate? Não sei. Mulheres têm momentos de leseira, podemos culpar os hormônios, a TPM, as preocupações. Nosso foco se esvai e isso no trânsito é fatal para uma batida despretenciosa. Matamos menos que homens, como comprovam as pesquisas, e não acho mesmo que somos más motoristas, pelo contrário. Mas nos assustamos, às vezes, e podemos eventualmente fechar alguém na rua e causar uma batida em terceiro ou mesmo puxar para nós um xingamento bem esdrúxulo, desses de cinema anos 80.

Mesmo assim, eu adoro dirigir! E sempre brinco dizendo que "dirijo como homem", para comprovar meu pensamento sobre mulheres sensíveis demais ao volante.

Quando estou muito estressada pego o carro e saio sem muitas pretensões. Por ai, ouvindo uma música e pensando na vida. Fiz isso neste fim de semana a caminho de Taquaruçu. Minha incursão está registrada neste pequeno vídeo-caseiro.




Dirigir liberta, seja para homens, mulheres, muheres sensíveis ou não. Não quis ser dura com a Sandy nem com a Paris, mas alguém imagina elas dirigindo por ai sem fechar ninguém?

Faxineira Ponto G

Fotos: Divulgação/net

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Eu twitto, tu twittas, ele twitta...

E eis que o passarinho me pegou. Resisti e resisti a entrar no tal twitter. Pensava comigo: "Já tenho blogs, orkut, msn, gtalk, hi5, sonico, myspace, facebook, 5 e-mails entre pessoais e coorporativos... não preciso de mais uma forma de comunicação virtual". Ledo engano.

Lá estou eu assistindo "Roda Viva", cujo o entrevistado era uma destes economista fodões, que encerrou o programa assim: "Quem quiser acompanhar melhor o meu trabalho, o meu twitter é...". Depois, lendo uma revista semanal (não me lembro se a Época, a Veja ou a Istoé): "Obama usa o twitter para expor seu ponto de vista sobre a retirada das tropas americanas do Iraque". Por fim, no "Jornal Hoje". Evaristo: estamos aqui twittando para que você possa acompanhar os preparativos aqui no jornal".
Apelo total. Eu, que sou viciada em novidades e tecnologia, não podia mais ficar de fora.
Entrei para o twitter, que usa o conceito de mini-blog, onde você expõe pensamentos, opiniões e cria até mesmo debates em apenas 140 caracteres. Para facilitar a vida dos twitteiros, surgiram até mesmo sites que reduzem o tamanho dos links, como o http://bit.ly/ e o http://migre.me/ , que diminuem links como este: http://purooucomgelo.blogspot.com/2009/06/ferias.html para: http://migre.me/33Td , e assim não gastamos muitos caracteres para compartilhar uma notícia ou um vídeo.

Tão logo me inteirei da novidade, contagiei outras pessoas. Arrastei comigo pelo menos mais uns 5 amigos, criei um para o Sábado de Faxina e um twitter de trabalho. Não basta aderir, tem que multiplicar!

Logo também surgiram as dúvidas e a adaptação à nova linguagem. RT, para re-twittar alguém, ou seja, repetir algo que alguém tenha escrito no twitter. Uma @ antes do twitter das pessoas para dar uma resposta a alguém. E mais: um novo verbo. No original ou abrasileirado, você escolhe como twittar ou tuitar.
Faxineira Fá

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O fim do "até que a morte os separe"


Os românticos provavelmente vão me odiar por falar isto, mas a minha teoria é a seguinte: daqui para frente, não digo que não vão existir, mas serão raríssimos os casamentos (uniões estáveis, ajuntamento, amancebamento ou o que quer que você queira chamar duas pessoas que moram juntas e transam entre si) que durem mais de 20 anos. O "felizes para sempre" ou o "até que a morte os separe" serão só frases de praxe, para cumprir um ritual, mas não uma previsão de destino como acreditou minha mãe, minha avó, minha tataravó...

E digo mais: os que durarem, vão ser por insistência, paciência e jogo de cintura da parte feminina do casal. Os homens tendem a levar um relacionamento por ser conveniente. as mulheres estão aprendendo que não precisam aturar isto, não. Antes, manter um casamento que não funcionava tinha uma função para a muklher, que saía da casa dos pais para a casa do marido, sem ter como se sustentar e com o risco de ser apedrejada na rua caso desistisse do casamento.
Sem este compromisso com a sobrevivencia (vamos muito bem como profissionais, muitas vezes ganhamos mais que nossos parceiros, não dependemos mais deles para nos sustentar) e este compromisso social (podemos agora aos 30, 40, 50, 50, 70 anos sair com as amigas e tomar uma cerveja no boteco sem sermos apontadas como contraventoras), para quê vamos manter uma união em que eu não me sinta segura ou amada ou cuidada?
Eu nunca vivi com ninguém. Baseio minha teoria só na observação.
Mas isto não quer dizer o fim do amor, ou que o ser humano está destinado a viver só. Não! É só que a individualidade e a independência, principalmente das mulheres, não deixam que nos submetamos mais ao que não precisamos aguentar. Muitas vezes, a vida prática supera o amor. Viver o dia-a-dia, com todos os seus pequenos desgastes, não é fácil.
Vou citar um caso engraçado. Marido e mulher, com os filhos já adolescentes, com uma relação já desgastada, se separam. Passa um tempo, a filha adolescente descobre que a mãe está namorando. E namorando escondido, com direito a saídas furtivas e comportamento estranho. Aí, a filha descobre e vai conversar com a mãe:
- Mãe, a senhora está namorando escondido com MEU pai?!
- É, minha filha - diz envergonhada a mãe - nós descobrimos que somos melhor como namorados que como marido e mulher.
Como já dizia Rita Lee sobre casamento: Casas separadas, banheiros separados!


Faxineira Fá


P.S: De volta à ativa!

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Repica Renê, repica!

Quem ainda não viu o filme Divã, deixo aqui minha recomendação: vale a pena parar por cerca de 1h30 em frente à tv ou ao cinema e vê-lo. Assisti no último final e semana e fiquei muito emocionada. Chorei e ri, na mesma proporção.Veja o trailler abaixo.



Independente da nossa idade, todas nós somos Mercedes - personagem de Lília Cabral que está divina na pele de uma senhora de meia-idade que começa a questionar seus 20 anos de casamento e sua vida, que é simples, porém feliz - até então. Uma das passagens divertidas é quando Mercedes vai ao salão de beleza e, depois de anos fazendo o mesmo corte, pede que o cabeleireiro (uma bicha louca, diga-se) repique as madeixas. Ele o faz, mas alerta: tem que ver o que está por trás desse repicado da Mercedes porque mulher quando repica, só pode ser uma coisa, H-O-M-I.

Ele tem razão. A primeira coisa que nós fazemos quando queremos enterrar um falecido ou começar uma nova relação é mudar o cabelo. Quanto mais mudanças fizermos, mais mudanças há internamente. A cor é um sinal: pintá-lo de vermelho ou loiro e cortá-lo curto ou repicado, pode ter vários significados. Loiro, como diz a personagem do filme pode ser para esconder a idade. "Mulher não envelhece, fica loira". A bicha logo defende: "Quando uma mulher repica um cabelo é porque alguma coisa de formidável está acontecendo na vida dela. E o que de mais formidável pode acontecer na vida de uma mulher?"

Bom, não contarei o filme, para não estragar a surpresa. Mas se mandar repicar, já sabe.

Faxineira Ponto G

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Viva o mau humor


Mau humor. Com "U ou com "L""? Hoje eu acordei de mau humor, mau - contrário de bom. Não que eu seja uma pessoa mal humorada (contrário de bem), no geral eu sou até super bem humorada.


Mas, felizmente, sou humana. E nem eu consigo ser alegre o tempo inteiro (veja o vídeo da música). E nem é bom. Seria uma hipócrita - uma maldita mentirosa - se todos os dias eu acordasse feliz e saltitante. Desconfie de gente alegre demais, essa pessoa pode estar atuando.

Todos vivemos percalços e momentos não tão felizes, e isso precisa ser respeitado. O engraçado é que fico em silêncio no mau humor. Primeiro xingo um pouco, esbravejo contra o mundo e depois me calo. O silêncio é libertador. E acho até que as pessoas não estão habituadas a ver gente que é sempre feliz, estando um pouco mais triste, desanimada e mal humorada.

Vi comentários assim: "Fica assim não que não vale a pena". Eu sei que não vale a pena, sei que mau humor causa envelhecimento precoce, ,entre outros fatores: mas eu quero ter o direiro ao meu mau humor. PelamordeDeus!

Abaixo a felicidade ilimitada. Viva o mau humor, só por hoje.

Faxineira ponto G

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Sobre sábados de faxina


Não adianta, sábado para mim é dia de faxina. E eu fico muito mal humorada quando tenho que faxinar a casa e tem alguém ali, rondando, pisando com seus pés molhados, sujos e grandes.

Sempre foi assim. Quando morava com meus pais, pedia que todos deixassem a casa aos sábados e me irritava que, sempre quando eu limpava a cozinha, alguém tinha sede e lá ia-se embora todo meu esforço. Agora, morando junto, há muitos mais elementos irritantes numa faxina.

O primeiro fator é que por mais que seu namorido, marido, companheiro - ou seja o que for - seja dedicado a te ajudar, ele de fato não entende de limpar coisas. Acho que não entende e não gosta. Então, por mais que enquanto você sua igual a um cuzcuz para se abaixar suficientemente a ponto de alcançar aquela sujeirinha lá embaixo da cama, ele grite da sala: "quer ajuda?", ele está apenas sendo gentil, não se engane.

E se você diz, "quero sim, amor, você pode limpar o chão da cozinha enquanto lavo a área?" Você pode se arrepender, não por maldade, mas simplesmente faxina não é a deles.

Eles não têm esse costume e vão fazer meio por cima, e eu sou super exigente. Tenho um problema sério de faxina inacabada, ou mal feita. Odeio.

Outro ponto que precisa ser colocado é que, durante a faxina, que ele evite nos tocar. A gente está suja, suada e com a roupa menos sexy do planeta: short de cotton, camiseta qualquer de propaganda política ou de alguma promoção de loja, e o cabelo horrendo. Apesar da faxineira Lady Dy ter dado sugestões sexys, é preciso optar em ser sensual e ter a casa limpa de fato. Num sábado de tarde, eu fico com a segunda opção. Isso me lembra uma fase da minha vida quando eu jogava handbol, e vinha toda suada dos treinos. Era nesse momento que eu era mais cantada. Vai entender a cabeça masculina. O fetiche por faxineiras de short de cotton e blusa de campanha eleitoral é fato.

Como você não inclui seu homem nas tarefas da faxina e nem cede aos apelos dele para aproveitarem o sábado de uma maneira, bem, digamos mais sensual: ele dorme (creio que faria o mesmo). Mas você fica enfurecida. Afinal, você está dando um duro danado na casa enquanto o bonitão tira o sono da beleza. Para se vingar, limpa toda a casa, vai ao salão, fica linda e não cede aos caprichos por mais algum tempo: põe a culpa na escova que fez ou nas unhas que estão recém-pintadas.

Homens podem sofrer nos outros dias, mas no sábado o sofrimento é todo feminino, até quando a faxina é na gente mesma a dor não é minimizada, cutículas, depilação e escova são dolorosas também. É preciso muita habilidade para ser faxineira e ainda não se irritar.

Faxineira ponto G

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Vc faz Xixi no chuveiro?



O SOS Mata Atlântica esta fazendo uma campanha para conscientizar as pessoas da necessidade de evitar o desperdício de água. Só na região sudeste, o desperdício chega 360 litros de água por dia. E é no banheiro que se verifica o maior índice: 80% de água vai embora pela pia , pelo chuveiro e principalmente pelo vaso sanitário.


Segundo eles, se a cada banho você fizer xixi no chuveiro, serão cerca de 12 litros economizados da descarga do vaso sanitário. Em uma casa com 3 pessoas a economia seria de 36 litros diários, se apenas um banho for utilizado.


Para aderir e divulgar a campanha, responda sinceramente a pergunta: você faz xixi no banho?, no site da campanha, bem aqui: http://www.xixinobanho.org.br/.


E vc?
E vc's, o que acham dessa campanha? como tem sido recebida no Brazil? aqui seria meio complicado porque a maioria dos banheiros tem banheira, entao vc tem que ter certeza que o xixi foi todo embora com a agua, pra n~ao ficar cheirinho...

Mas acredito que vez ou outra todo mundo aproveite o tempinho no chuveiro para esvazia a bexiga.. afinal o xixi e seu e a agua ja ta levando mesmo. kkkk

Nao sei ha uma real economia ai, mas nao custa aderir a campanha de vez em quando.




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O que os homens querem?

É comum vermos filmes e artigos sobre mulheres:

"Do que as mulheres gostam"
"O que as mulheres querem"
"Como entender as mulheres"

Só que muita coisa tem mudado no mundo e agora é comum analisarmos o universo masculino. Filmes como: "Ele não está afim de você" e livros como “O segredo das mulheres apaixonantes”, escrito por um homem (Eduardo Nunes), entre bilhões de outros, tentam nos mostrar o que se passa na cabeça masculina - nas duas.


É legal também perceber que a nossa visão e nossos comportamentos estão mudando em relação aos homens e vice-versa. Estamos mais de olho neles, interessadas por eles, por entendê-los.

Hoje, lendo a Veja desta semana, me deparei com uma entrevista nas páginas amarelas do psicalista Contardo Calligaris (clique e leia que vale a pena), sobre como funciona o cérebro dos homens. E fiquei muito solidária a eles. Realmente a sociedade moderna não favorece muito os homens. Numa boa, eles estão em fase de adaptação a todas as mudanças dos últimos 50 anos de liberação sexual, política e social feminina.

O especialista disse
que tudo que os homens querem é que suas mulheres tenham tempo para cuidar deles. "A verdade é que eles querem muito ser cuidados", disse Calligaris. Isso me incucou. Eu, pessoalmente, não sou muito boa nisso, em cuidados. Tenho aprendido a ser mais cuidadosa, mas ainda estou longe do ideal.

Outro ponto interessante da entrevista, é o fato de os homens mentirem sobre sexo. Eles não pensam tanto em sexo como dizem que pensam, segundo o Calligaris. Mas o que fica mesmo é: puxa vida, os homens sofrem mesmo. Leiam e deliciem-se.

Faxineira ponto G

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