Tô de maiô em 2009





Já que tamos na onda (no caso aqui é correnteza) de negócio de biquini e tal’s. queria registrar aqui o constrangimento natural das pessoas acima do peso ideal, segundo o INMETRO, em entrarem dentro de uma peça mínima, tapa sexo digamos assim.
Comprei um maiô. Isso! vou passar o verão de 2009 dentro de um maiô. Espero que no verão de 2010 possa estar dentro de um biquininho e de preferência BRANCO. Por quê BRANCO? Amiga se você é mulher, você sabe o por quê de ser BRANCO.
Por algum acaso vocês já viram homens de sunga branca? E como a espécime estava? Sarado com certeza, com cereja e com ameixa...em caldas...e creme de leite....pronto para ser deliciado...kkkk iúúúúú “qué não maranhão”!!!!!
Em bucho grande! Maiô nele!!!
A pessoa tem o ano todo para entrar na malhação pesada, mas não! Ela espera um mês antes da temporada de praia para pensar em fechar a boca, morrer de fome e perder dez gramas para poder fazer bonito na praia.rs. Aja rúcula, alface e outras plantinhas verdes que na tabela da dieta o valor é zeroooooooo.
Mas meninas...tem uns maiôs até bonitinhos...rs (é bem aquela que não pode entrar num biquíni, e já começa a procurar uma positividade, algo encantador, espetacular em se vestir um maiô).
Modelinhos para todos os gostos e pesos. Coloridos. Dizem que a tendência é cobrir mais o corpo nos verões que estão vindo...maiôs e biquinis mais fechadinhos...pra alegria das gorduchinhas...rs.
Quanto a cores pode usar o que fica melhor em você. Acho lindo morenas usando amarelo...dá um brilho. Eu particularmente gosto de azul e verde, e tenho que quebrar alguns preconceitos com o vermelho e o laranja.
Na verdade o importante é se sentir bem na praia, sem ter constrangimento com o “bico do peito saindo pra fora do biquíni”( segundo a ponto G.)...a calcinha que era pra ser larga, mas que insiste em entrar em lugares nunca dantes vistos, se for fio dental que se sinta à vontade com isso para não ficar pensando que todo mundo está olhando para você toda vez que você levanta da cadeira de sol. Nada de parecer uma sucuri amarrada ao meio por uma laycra.
Eu vou de maiô. Acho que vou me sentir bem neste verão de 2009. E na barriguinha? Malhação nela. Biquininho BRANCO à vista!!!!2010...assim espero.
Faxineira: Marinha do Brasil!!!

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Vantagens e desvantagens de ser uma 94

94. Não trata-se de nenhum ano importante em minha vida, mas é um número que faz toda a diferença para mim, no meu dia-a-dia: o meu busto.


Eu tenho peito! E ter peitão no Brasil não é fácil, apesar de que, depois da popularização do silicone, aumentaram os produtos disponíveis para tamanhos de 92 a 96. Encontrar um biquíni é sempre constrangedor, quando não amassam os seios eles parecem linhas em cima dos seus mamilos. Há anos não consigo vestir o mesmo número de biquínis superior e inferior, ainda bem que a moda mudou e pode-se usar um de uma cor e outro de outra. O quadril é médio e o seio é GG, só posso achá-los em lojas de biquíni avulso ou comprar dois biquínis sempre.

Esta foto é meramente ilustrativa. Crédito: Blog Tarja Preta

Minha mãe diz que a culpa dos meus seios serem como são,vem da infância. Enquanto as menininhas da minha idade colocavam uma xícara nas mamas para definirem o seu tamanho, eu coloquei uma tigela: "Quero ter o peito deste tamanho", dizia eu. Eita simpatia mais sem jeito!

No fundo eu adoro o tamanho deles. Têm muitas vantagens. Uma delas é que ninguém repara no tamanho da sua barriga quando seu seio é mais chamativo; eles chamam mais a atenção dos homens que seus olhos castanhos - ou azuis, ou verdes, ou negros - e isso pode ser uma desvantagem também. Já tive em ambientes com homens e eles não conseguiam se concentrar no meu olho, só no decote. Nem nos meus assuntos. É estranho, constrangedor e engraçado. Por que eles não conseguem?

A vantagem sexual nem precisa ser listada aqui. Seio grande causa um impacto! Uma amiga, tamanho médio, colocou silicone recentemente e não sabia o que era "espanhola". Agora ela pode testar seu castelhano. Espanhola com silicone deve doer. No cara, claro. Mas deve ser bacana também.

Mas ninguém merece estar menstruada, usando mais que sutiã 40. Eles triplicam de tamanho e doem horrores! Já cheguei a tomar remédio para diminuir os efeitos TPM nos seios.
Uma desvantagem que sinto é na prática de esportes. Já joguei handebol e, na época, usava dois sutiãs e um top para evitar o balanço. Nunca gostei de correr, acho que por causa da dor que do impacto causa nos seios - meu trauma pessoal. Ontem corrrendo, vi várias mulheres correndo e me deu uma vontade de correr, até tentei dois passos, mas senti a tal dor da adolescência - talvez nem a física - mas agora que quero mesmo superar isso. Tomara que eu consiga... Vou olhar na internet algumas dicas de sutiãs reforçados para segurar a onda. Eu quero correr!



Faxineira Ponto G

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Goodbye Michael

Acabamos de ver pela Tv aberta, pela CNN e pela internet o velório de Michael Jackson, que foi um show emocionante. Deixo aqui o vídeo de uma música romântica, You Are Not Alone, que Michael fez quando ainda estava casado Lisa Presley. A música é linda e tem tudo a ver com meu momento. Pena que com a morte do astro, não seja possível adicionar o clipe original.




Faxineira Ponto G

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Respeito é bom e eu gosto


Quando eu era pequena, sempre era dito entre nossas rodas:"respeito é bom e eu gosto"; ou "respeito é bom e conserva os dentes"...

Aurora da minha vida, época em que podíamos dizer que a falta de respeito implicaria em algumas falhas dentárias e muitos reais ( na época cruzeiros) em reformas bucais nos consultórios odontológicos. Hoje não podemos mais cumprir a promessa de dentes quebrados, quando desrespeitadas. Que pena!

Falo aqui do respeito à mulher. Assunto que foi suscitado em meu cérebro moreno, graças à uma revista feminina que vi no salão ontem: nela, o ator Matthew McConaughey contava algo que tinha aprendido com seu pai. Segundo ele, o pai o ensinara a respeitar as mulheres, sob qualquer condição.

A história é mais ou menos assim, um dia seu pai disse que um homem precisava respeitar as mulheres, por isso, se ele estive numa situação de namoro, e se a mulher hesitasse por algum segundo, que ele não fizesse nenhuma pergunta e apenas saisse. Isso demonstraria respeito pela mulher e por ele mesmo, para que, se houvesse alguma possibilidade de ficarem juntos, que isso fosse feito da maneira correta.

Isso tudo me intrigou. Por que muitos homens não conseguem respeitar as mulheres que amam? O exemplo de McConaughey me comoveu. Tinha que falar sobre isso hoje, até mesmo porque essa é uma boa desculpa para colocar uma foto desse gato que é o Matthew. É maravilhoso poder postar uma foto desse ator lindo, talentoso, delicioso, bem sucedido, bom pai e bem casado - é muita perfeição.

Faxineira Ponto G

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Responsabilidade com as palavras



Gente, a opinião algo muito sério. Às vezes esquecemos que aquilo que falamos ou escrevemos pode modificar, induzir ou perturbar muitas pessoas. Por isso temos que ter cuidado com as nossas palavras. Eu sinceramente estou muito preocupada com essa história da não exigência do diploma para o exercício do jornalismo. Vemos tantos profissionais formados, que tiveram noções básicas de ética e de responsabilidade com a comunicação social e que cometerem atrocidades com as informações. São tantas por aí. Deixam de seguir princípios básicos da informação como: ouvir sempre os lados envolvidos na história, investigar incansavelmente os fatos até que não se tenha nenhuma dúvida, ter responsabilidade social sobre a informação principalmente quando se trata de segurança nacional, entre tantas outras que estão sendo esquecidas. Imagina quem não tem essas noções!
Gente! As palavras podem mudar os rumos da história e os rumos de uma sociedade! Por isso há de ser feita com ética, moral e responsabilidade.

Palavras

Mas enfim, entrei nesse papo porque o sábado de faxina é um blog de opinião e é claro que não pretendemos mudar os rumos da sociedade com este blog, kkkk pretensões políticas talvez.....rs, mas sabemos que isso às vezes pode vir a acontecer, por isso temos muitos cuidados.
Confesso que me preocupei dia desses (pasma). É que as faxineiras escrevem sobre suas experiências e sobre as experiências de outras pessoas. Espero que os seguidores do ‘sdf’ percebam que nem somos e nem parecemos ser de fato o que dizem as nossas palavras.
Contamos histórias. Não mentimos neste blog e tudo que escrevemos é de certa forma real, passado ou que ainda tem por vir nas fidas femininas das faxineiras. Pelo menos na minha opinião rs.
À vezes fazemos críticas, às vezes elogio, às vezes são apenas desabafos. Blog é bom por isso. Talvez eu tenha sentido esse medo por muitos dos nossos seguidores conhecerem as faxineiras, mas enfim, as palavras virão do mesmo jeito, sendo minhas, sendo de outras pessoas ou sendo apenas imaginação.

Liberdade de expressão

O bom da vida é poder expressar e como a própria constituição diz todos têm o direito de livre expressão! Não foi nisso que basearam o resultado de não exigência do diploma? Kkkk ai ai...
Depois da censura da informação ...período de adaptação e estudos brasileiros da comunicação...agora a farra do boi da informação...
Ainda bem que cozinhamos bem! Pelo menos não ficaremos sem emprego qualquer dia desses...
É minha opinião...

Viva a liberdade de expressão com responsabilidade!!!!

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Para dirigir bem há que se ter culhões



Fico imaginando a Paris Hilton ou a Sandy dirigindo. Suspiro. Não me vem boa imagem à cabeça. Mulher que dirige bem, para mim, tem que ter culhão. Não de fato um, nem ser travesti ou lésbica e/ou masculinizada. Mas é preciso certa... ousadia masculina, eu diria.

Alguma coisa a ver com muita coragem, enfim, ou algum fator mais próximo biologicamente do perfil masculino, na minha mera, simples e despretenciosa opinião feminina. Homens entram sem dar sinal de alerta, fazem o carro caber numa vaguinha limitada, confiam no seu próprio taco quando estão ao volante. E claro, por isso, matam muito com seus veículos, e batem mais. Segundo o Denatran 71% dos acidentes de carro (2004 e 2007 ) envolviam homens no volante. Só 11% dos acidentes de trânsito registrados no Brasil, no mesmo período, envolveram mulheres motoristas.

Quando penso em Angelina Jolie dirigindo me vem algo bom. Visceral, como ela no filme O procurado. De todo modo, é preciso ser meio firme para dirigir.

Sem machismo, mas com comprovações empíricas - experimentadas por mim mesma - toda vez que passo por uma mulher muito sensível ao volante eu fico com medo. Geralmente, sou fechada por mulheres no trânsito de minha cidade, que nem é tão ruim assim. Tenho problema com homem ao volante quando eles não sinalizam numa entrada ou quando querem, por tudo, entrar num lugar que não os cabe ou não os convém. Alguns homens chegam a ser arrogantes quando estão à frente de carros; outros pensam que realmente luminosos azuis e carros sem escapamento causam alguma excitação nas mulheres, e fazem questão de roncar seus motores. Tenho que dizer, não conheço mulheres que se excitam imediatamente com isso. Do contrário, teríamos orgasmos múltiplos públicos com disputas de carros, e com corridas de Fórmula 1, por exemplo.

Outra coisa que observo é que nós, mulheres, nos assustamos com facilidade. De repente, no meio da direção, gritamos um :"Ui!" Já era, alguma merda foi feita ao volante porque alguma de nós, simplesmente, se assustou.

Eu me assustei umas duas vezes ao volante. A primeira, levou-me à primeira batida. Saia de casa do um ex-namorado, numa tarde de sol a pino, excelente luminosidade, não posso por culpa nisso; eis que, uma árvore à frente de sua casa, era meu único obstáculo, e eu bati: primeiro foi a porta e até hoje não entendo porque, mesmo batendo a lateral, eu não freei o carro. Eu segui, curiosamente como uma zumbi, até que a árvore rasgasse o retrovisor lateral, quebrando o vidro. Foi ai que parei.

Quando voltei-me para dentro da casa do ex e disse: "Eu bati naquela árvore", ele só conseguiu me perguntar: "Pra quê?". Para quê a gente bate? Não sei. Mulheres têm momentos de leseira, podemos culpar os hormônios, a TPM, as preocupações. Nosso foco se esvai e isso no trânsito é fatal para uma batida despretenciosa. Matamos menos que homens, como comprovam as pesquisas, e não acho mesmo que somos más motoristas, pelo contrário. Mas nos assustamos, às vezes, e podemos eventualmente fechar alguém na rua e causar uma batida em terceiro ou mesmo puxar para nós um xingamento bem esdrúxulo, desses de cinema anos 80.

Mesmo assim, eu adoro dirigir! E sempre brinco dizendo que "dirijo como homem", para comprovar meu pensamento sobre mulheres sensíveis demais ao volante.

Quando estou muito estressada pego o carro e saio sem muitas pretensões. Por ai, ouvindo uma música e pensando na vida. Fiz isso neste fim de semana a caminho de Taquaruçu. Minha incursão está registrada neste pequeno vídeo-caseiro.




Dirigir liberta, seja para homens, mulheres, muheres sensíveis ou não. Não quis ser dura com a Sandy nem com a Paris, mas alguém imagina elas dirigindo por ai sem fechar ninguém?

Faxineira Ponto G

Fotos: Divulgação/net

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Eu twitto, tu twittas, ele twitta...

E eis que o passarinho me pegou. Resisti e resisti a entrar no tal twitter. Pensava comigo: "Já tenho blogs, orkut, msn, gtalk, hi5, sonico, myspace, facebook, 5 e-mails entre pessoais e coorporativos... não preciso de mais uma forma de comunicação virtual". Ledo engano.

Lá estou eu assistindo "Roda Viva", cujo o entrevistado era uma destes economista fodões, que encerrou o programa assim: "Quem quiser acompanhar melhor o meu trabalho, o meu twitter é...". Depois, lendo uma revista semanal (não me lembro se a Época, a Veja ou a Istoé): "Obama usa o twitter para expor seu ponto de vista sobre a retirada das tropas americanas do Iraque". Por fim, no "Jornal Hoje". Evaristo: estamos aqui twittando para que você possa acompanhar os preparativos aqui no jornal".
Apelo total. Eu, que sou viciada em novidades e tecnologia, não podia mais ficar de fora.
Entrei para o twitter, que usa o conceito de mini-blog, onde você expõe pensamentos, opiniões e cria até mesmo debates em apenas 140 caracteres. Para facilitar a vida dos twitteiros, surgiram até mesmo sites que reduzem o tamanho dos links, como o http://bit.ly/ e o http://migre.me/ , que diminuem links como este: http://purooucomgelo.blogspot.com/2009/06/ferias.html para: http://migre.me/33Td , e assim não gastamos muitos caracteres para compartilhar uma notícia ou um vídeo.

Tão logo me inteirei da novidade, contagiei outras pessoas. Arrastei comigo pelo menos mais uns 5 amigos, criei um para o Sábado de Faxina e um twitter de trabalho. Não basta aderir, tem que multiplicar!

Logo também surgiram as dúvidas e a adaptação à nova linguagem. RT, para re-twittar alguém, ou seja, repetir algo que alguém tenha escrito no twitter. Uma @ antes do twitter das pessoas para dar uma resposta a alguém. E mais: um novo verbo. No original ou abrasileirado, você escolhe como twittar ou tuitar.
Faxineira Fá

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O fim do "até que a morte os separe"


Os românticos provavelmente vão me odiar por falar isto, mas a minha teoria é a seguinte: daqui para frente, não digo que não vão existir, mas serão raríssimos os casamentos (uniões estáveis, ajuntamento, amancebamento ou o que quer que você queira chamar duas pessoas que moram juntas e transam entre si) que durem mais de 20 anos. O "felizes para sempre" ou o "até que a morte os separe" serão só frases de praxe, para cumprir um ritual, mas não uma previsão de destino como acreditou minha mãe, minha avó, minha tataravó...

E digo mais: os que durarem, vão ser por insistência, paciência e jogo de cintura da parte feminina do casal. Os homens tendem a levar um relacionamento por ser conveniente. as mulheres estão aprendendo que não precisam aturar isto, não. Antes, manter um casamento que não funcionava tinha uma função para a muklher, que saía da casa dos pais para a casa do marido, sem ter como se sustentar e com o risco de ser apedrejada na rua caso desistisse do casamento.
Sem este compromisso com a sobrevivencia (vamos muito bem como profissionais, muitas vezes ganhamos mais que nossos parceiros, não dependemos mais deles para nos sustentar) e este compromisso social (podemos agora aos 30, 40, 50, 50, 70 anos sair com as amigas e tomar uma cerveja no boteco sem sermos apontadas como contraventoras), para quê vamos manter uma união em que eu não me sinta segura ou amada ou cuidada?
Eu nunca vivi com ninguém. Baseio minha teoria só na observação.
Mas isto não quer dizer o fim do amor, ou que o ser humano está destinado a viver só. Não! É só que a individualidade e a independência, principalmente das mulheres, não deixam que nos submetamos mais ao que não precisamos aguentar. Muitas vezes, a vida prática supera o amor. Viver o dia-a-dia, com todos os seus pequenos desgastes, não é fácil.
Vou citar um caso engraçado. Marido e mulher, com os filhos já adolescentes, com uma relação já desgastada, se separam. Passa um tempo, a filha adolescente descobre que a mãe está namorando. E namorando escondido, com direito a saídas furtivas e comportamento estranho. Aí, a filha descobre e vai conversar com a mãe:
- Mãe, a senhora está namorando escondido com MEU pai?!
- É, minha filha - diz envergonhada a mãe - nós descobrimos que somos melhor como namorados que como marido e mulher.
Como já dizia Rita Lee sobre casamento: Casas separadas, banheiros separados!


Faxineira Fá


P.S: De volta à ativa!

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Repica Renê, repica!

Quem ainda não viu o filme Divã, deixo aqui minha recomendação: vale a pena parar por cerca de 1h30 em frente à tv ou ao cinema e vê-lo. Assisti no último final e semana e fiquei muito emocionada. Chorei e ri, na mesma proporção.Veja o trailler abaixo.



Independente da nossa idade, todas nós somos Mercedes - personagem de Lília Cabral que está divina na pele de uma senhora de meia-idade que começa a questionar seus 20 anos de casamento e sua vida, que é simples, porém feliz - até então. Uma das passagens divertidas é quando Mercedes vai ao salão de beleza e, depois de anos fazendo o mesmo corte, pede que o cabeleireiro (uma bicha louca, diga-se) repique as madeixas. Ele o faz, mas alerta: tem que ver o que está por trás desse repicado da Mercedes porque mulher quando repica, só pode ser uma coisa, H-O-M-I.

Ele tem razão. A primeira coisa que nós fazemos quando queremos enterrar um falecido ou começar uma nova relação é mudar o cabelo. Quanto mais mudanças fizermos, mais mudanças há internamente. A cor é um sinal: pintá-lo de vermelho ou loiro e cortá-lo curto ou repicado, pode ter vários significados. Loiro, como diz a personagem do filme pode ser para esconder a idade. "Mulher não envelhece, fica loira". A bicha logo defende: "Quando uma mulher repica um cabelo é porque alguma coisa de formidável está acontecendo na vida dela. E o que de mais formidável pode acontecer na vida de uma mulher?"

Bom, não contarei o filme, para não estragar a surpresa. Mas se mandar repicar, já sabe.

Faxineira Ponto G

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Viva o mau humor


Mau humor. Com "U ou com "L""? Hoje eu acordei de mau humor, mau - contrário de bom. Não que eu seja uma pessoa mal humorada (contrário de bem), no geral eu sou até super bem humorada.


Mas, felizmente, sou humana. E nem eu consigo ser alegre o tempo inteiro (veja o vídeo da música). E nem é bom. Seria uma hipócrita - uma maldita mentirosa - se todos os dias eu acordasse feliz e saltitante. Desconfie de gente alegre demais, essa pessoa pode estar atuando.

Todos vivemos percalços e momentos não tão felizes, e isso precisa ser respeitado. O engraçado é que fico em silêncio no mau humor. Primeiro xingo um pouco, esbravejo contra o mundo e depois me calo. O silêncio é libertador. E acho até que as pessoas não estão habituadas a ver gente que é sempre feliz, estando um pouco mais triste, desanimada e mal humorada.

Vi comentários assim: "Fica assim não que não vale a pena". Eu sei que não vale a pena, sei que mau humor causa envelhecimento precoce, ,entre outros fatores: mas eu quero ter o direiro ao meu mau humor. PelamordeDeus!

Abaixo a felicidade ilimitada. Viva o mau humor, só por hoje.

Faxineira ponto G

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