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O que te faz molhar a calcinha?

Taí um assunto que assusta falar em público, mas que toda mulher sabe que acontece.
- O quê? Molhar a calcinha é fazer xixi na roupa?
É claro que não.
- Mas Marinha do Brasil, o que é isso então?
Molhar a calcinha é ficar excitada, sentir tesão, ficar louquinha, coração disparado, loucura, loucura, loucura...é sentir formigamentos...digamos assim...
A vagina fica úmida, mas tão úmida que se a pessoa sair andando é bem capaz de escorregar e cair de tão lisa que ela fica...kkkkk
Que exagero! Mas é assim mesmo, e a sensação é deliciosa. Quando a mulher fica “molhadinha” ela já não vê a hora de sentir algo lá dentro. O corpo pede algo minha gente! O negócio já não é tão psicológico e o que a bixinha merece nesse momento são carícias extremamente mais profundas.
E o que te deixa de calcinha molhada?
Sonhar com aquele sexo bem feito cheio de preliminares (sexo oral é imprescindível), uma pegada com a mão na nuca, uma chegada com uma encaixada gostosa, um beijo gostoso molhado e sem fôlego, um perfume delicioso de macho, três taças de cabernet sauvignon, um palavrão no ouvido, etc, etc...(reticências para o etc...)
Me fez lembrar uma amiga, de infância inclusive, que depois de ter ficado com um amigo meu me confessou: - Amiga! Que beijo foi esse! O cara beija demais! Melei a calcinha...
Sim...há várias formas de se dizer que está excitada, tipo: A bixa tá piscando! Achou meio baixo? Rente lá no chão? Pessoas! Moramos no Norte do Brasil e esse tipo de comentário é tão normal para esses lados...tisc...tisc...
E vamos pensar pelo lado positivo de se ficar molhadinha diante de qualquer estímulo: durante a transa toda (relação amorosa para as românticas) você continua molhada e não precisa desse negócio de lubrificante.
Tem mulher que bastou olhar, principalmente se estiver no período anterior ao menstrual, é incrível, mas vocês sabiam que algumas mulheres ao invés de sentirem tensão pré menstrual sentem o 'tesão pré menstrual'? Conheço gente assim e é invejável. Taradismo total...kkkk.
O melhor de ser mulher, e melar a calcinha é que ninguém precisa saber que você está excitada, diferente dos homens que é visivelmente percebido. Você pode ficar excitada a qualquer momento e em qualquer lugar. Inclusive fazer aqueles movimentos de pompoarismo para exercitar e ficar no “ponto de bala”.
Mas cuidado para não se desconcentrar no trânsito e no trabalho. Isso pode ser perigoso!




Faxineira: Marinha do brasil

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Banheiro feminino - espelho, espelho meu...




















Passa da meia-noite. Ela está na boate. Está tontinha, mas ninguém nota. Só ela sabe.
Até que resolve ir ao banheiro.

_Ana, vamos ao banheiro, amiga?

É de praxe, mulheres não vão ao banheiro sozinhas. Concentra-se para não dar mancada, anda um passo atrás do outro - devagar, isso: de-va-gar... Rebola pouco, já que rebolar está entre os indícios de embriaguez, e ensaia os passos até ao toilet.

Ao passar por uma cortina de metal que cobria a porta de entrada, não é uma persiana - mas parece - ela muda de fisionomia. O banheiro a transforma e muda também Ana, que até então parecia ter passado a noite à base de água com gás.

_Tô bêbada amiga.... - quem confessa é Ana.
_Eu também - ela diz enquanto se escora no espelho. Os olhos, antes brilhantes e cheios de rímel, agora estão vermelhos. O lápis preto borrou o blush. O batom é uma lenda.
O banheiro está lotado, elas falam pelos cotovelos, todas parecem Amy Winehouse, mas antes de entrar, curiosamente, estavam mais para Gisele Büdchen. No pufe, três mulheres estão jogadas.
_Nossa! Meu cabelo tá o puro cigarro - incomoda-se uma loira que antes parecia glamurosa na pista da boate.
Elas tiram os sapatos, passam pela maratona de usar o vaso sanitário público, pegam a bolsa de maquiagem e... fazem milagre!Amarram os vestidos, limpam os pés, calçam os sapatos, mexem nos cabelos. Se retocam. Ainda estão bêbadas quando deixam o banheiro, mas isso dura só até a cortina de metal. De lá, voltam a ser Gisele Büdchen, misteriosamente. Seus namorados nem percebem, nem podem. Existe uma mágica, depois que a cortina é vencida, esse é mais um dos segredos de banheiro, que por lá ficam.

Faxineira ponto G

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Banheiro feminino: teste de equilíbrio

Ahhh, a modernidade. Um brinde a tudo que é moderno. Coisas simples do cotidiano se tornaram absolutamente inovadoras e chegaram até, ainda bem, aos banheiros, toiletes, WCs da vida.
Alguns exemplos vanguardistas no banheiro estão no nosso dia-a-dia. Um deles é o assento de papel, feito para salvaguardar mulheres e homens que querem pôr o traseiro (leia-se: popô, bunda, bumbum) no vaso sanitário dividido por milhares de pessoas. Em um bar, eu fico segurando até o último segundo para não ir ao banheiro. Mulher em banheiro público sofre, é preciso malabarismos circenses para se equilibrar e conseguir urinar. Às vezes, seguro tanto, que evito até uma risada mais ousada. Depois de uma boa gargalhada é inevitável uma lágrima escorrer de um outro ponto do corpo.

Os assentos de papel (e de plástico - é... têm uns de plástico que giram no vaso) são muito bons. Uma invenção moderna e simples, igual aos sachês de maionese, catchup e mostarda. Para mim, ir a um WC com assentos é maravilhoso. Outra modernidade está em alguns banheiros orientais. Em Xangai, no aeroporto chinês, a descarga é automática à suspensão do popô. É de levar um susto quando - de repente - antes mesmo de se limpar, a descarga dispara! Mas ainda penso ser o assento mais importante para um banheiro feminino.
Primeiro, porque é impossível se equilibrar por 10 minutos em cima de suas próprias pernas e ainda ter que controlar o jato de xixi. Quando não estou muito disposta, entro naqueles toiletes reservados para deficientes físicos, pois neles há sempre uma barra de ferro na qual a gente pode se segurar e se manter na posição semiagachada sobre o sanitário. Pelo menos uns 100 neurônios devem funcionar, e uns 50 músculos, enquanto uma mulher usa o banheiro público.

Repare:
1) ela segura o peso do corpo sobre as pernas;
2) se estiver de saia, uma das mãos tem que segurá-la e evitar respingos; do contrário, segura a calcinha para evitar que a mesma encoste em qualquer parte do banheiro (argh!);
3) com a outra mão, a mulher procura desesperadamente uma parede para escorar e evitar que o jato atinja a saia a calça ou os pés (ufa!);
4) por fim, mentalmente, a mulher controla o jato de xixi, se for muito leve ela passará pelo menos 30 minutos na posição que é super desconfortável, se for muito forte, ela possivelmente sairá do banheiro como se estivesse sentado em um suco de limão, o ideal é a moderação, oscilar entre forte e fraco.
Não sei como funciona com outras mulheres, mas para mim a depilação interfere diretamente no direcionamento do jato. Para um melhor desempenho em banheiros públicos, sem sujeiras, o melhor é manter "ao natural".
Quero sugerir aos cientistas especializados em banheiros que uma cadeira suspensa seja testada para facilitar a vida das mulheres em banheiros públicos. Na China, em Dubai, na Coréia e também em várias partes desse imenso Brasilzão, há banheiros com um buraco no chão. Assim a mulher apenas se agacha e não precisa se equilibrar. O visual do banheiro não é lá essas coisas, mas as nossas pernas agradecem!

Outra solução, eu li no blog Marketrix. Segundo o blog foi criado o P-Mates, um dispositivo biodegradável que nos permite realizar essa tarefa como os homens, de pé. A invenção é do Canadá. Em alguns bares locais, as placas dos banheiros masculino e feminino foram invertidas. Assim, ao entrar no toilete, a mulher se depararia com o famoso mictório masculino.

Placas de sinalização foram colocadas no chão e nas paredes, acima do mictório, onde também havia amostras do produto. Agora me diz, como é que seria isso?

As fotos são dos sites: Marketrix, Picasa (Gabriela), Cidão entre outros


Faxineira ponto G

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